Infográfico mostra os eventos históricos reais que inspiraram Game of Thrones

Inside Online é uma agência que produz conteúdo de marketing para várias empresas, e eles são especialistas em desenvolver infográficos. Com o fim da quarta temporada de Game of Thrones, eles resolveram publicar (sem fins lucrativos) um interessante estudo que compara os eventos e elementos gerais dos livros do R. R. Martin e da série da HBO com eventos históricos reais.

Veja a seguir, algumas das  inspirações da vida real para as famílias, as guerras, os personagens e castelos desde Westeros até além do Mar Estreito:

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Algumas dessas inspirações já foram admitidas pelo próprio George R. R. Martin. Se você quiser se aprofundar no assunto, leia os posts que fizemos sobre a criação do Casamento Vermelho, a criação do Casamento Púrpura, A Muralha de Gelo, Paralelos entre Westeros e a Europa, e as Inspirações para a Criação de Cersei Lannister.

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  • wkneto

    muito bom

  • Daniel Batista

    partiu! google

  • Gorgonzola

    Que legal!

  • Joana Vicente

    Bom demais. Depois da concepção da cena em que toda a ideia da história surge, dá para ver que com o passar do tempo todos os enredos vão sendo enriquecidos pelas referências e inspirações do Martin, esse infográfico é uma bela ilustração.

  • Bel Ribeiro

    Foda.

  • wlad_br

    Muito bom o infográfico.

    Na série White Queen é mostrado um pouco da guerra das rosas e como a Elizaberh Woodville está mais para Cersei que para Jeyne/Talisa.

  • Flavio Kilers

    Legal, mas poderia estar em português ahahaha

  • Essa série é uma aula de história.

  • Haroldo

    Muito bom, Tio Jorjão pega muitas referencias de fatos reais para sua estória isso que acho mais legal nos livros deles.
    E eu dei rizada com a descrição do Tyrion “Is a dwarf.” HAHAHA perfeito.

  • AP

    Isso foi uma teoria que eu mesmo fiz mas acho que eles deveriam ter citado a semelhança da Rebelião de Robert com a guerra entre Tróia e Grécia.

  • Fodaaaaaa

  • Dom Paulo Dornas

    sensacional… e a hist´ria sempre se repete, mesmo que na ficção…rsrs

  • a verdade

    muito bom

  • Felipe Lobato

    Faltou comparar a Dança dos Dragões com a Anarquia.

  • Weslley Rocha

    Tyein Lannister saqueando Porto Real quando O Rei Louco abril de boa fé os portões da cidade poderia ter sido inspirado no Cavalo de Tróia.

  • Juliana Ribas

    Os primeiros homens inspirados nos Celtas, os ândalos inspirados nos saxões, e os índios teriam inspirado as crianças da floresta?? hahaha brinks!

  • Juliana Ribas

    Os primeiros homens inspirados nos Celtas, os ândalos inspirados nos saxões, e os índios teriam inspirado as crianças da floresta?? hahaha brinks!

  • marco

    Acho q Richard III ta mais pra Stannis do q pra Tyron. Ambos acusavam seus sobrinho de serem ilegitimos e se declaram reis.Ambos foram extramamente fieis aos seus irmãos.Isso sem falar na personalidade; ambos eram homens duros justos e sem misericordia

  • Renato Reis

    Excelente! Porém, tenho considerações a fazer: sem dúvida a maior inspiração histórica de toda a saga foi a história britânica – desde a Antiguidade com os celtas até o fim do medievo, ou mesmo depois, com o reinado dos Tudor- , mas faltou a Roma Antiga como inspiração para a Cidade Franca de Valíria: República/Freehold, lendárias estradas, Erupção do Vesúvio/Perdição, legiões, destruição da Velha Ghis e conquista dos Roinares/destruição de Cartago e conquista do Egito e etc, o que é compreensível, a maioria costuma associar os livros mais ao período medieval. Os Sete Reinos de Westeros de fato são análogos a Heptarquia anglo-saxã (500-850 d.C.) – com os reinos de Nortúmbria, Mércia, Ânglia Oriental, Essex , Kent , Sussex e Wessex – porém considero os Filhos da Floresta como correspondentes aos povos celtas, a migração dos Primeiros Homens análoga a ocupação dos romanos – extremamente importante para a história inglesa – e a chegada e a invasão dos Ândalos similar a invasão dos anglo-saxões. Realmente os Targaryen evocam os Normandos – mas não só eles -, sendo que a Guerra da Conquista é análoga a Conquista Normanda (1066) e Aegon I é inspirado em Guilherme, o Conquistador – o normando também tinha um irmão que o auxiliou em suas conquistas e batalhas: Odo de Bayeux, entretanto, outro caso de Espelho Invertido, Guilherme era o bastardo, Odo era o filho legítimo do Duque da Normandia -. O infográfico deixa passar batido duas importantes inspirações, fazendo um salto do fim século XI a meados do séc. XV: a Anarquia (1135-1154) e a Dinastia Plantageneta (1154-1485), sendo que a Dança dos Dragões (129 DC – 131 DC) e a Dinastia Targaryen são análogos a eles, respectivamente. Tanto a ”Anarquia” quanto a ”Dança” foram grandes, decisivos e sangrentos conflitos dinásticos que mudaram para sempre as estruturas político-militares de Westeros e da Inglaterra, em ambas as guerras civis se vê o enredo da destemida, impetuosa e voluntariosa Princesa (Matilda/Rhaenyra) casada com um poderoso e famoso nobre (Geoffrey de Anjou/ Príncipe Daemon) sendo declarada a única legítima herdeira ao trono por seu pai, o rei (Henrique I/Viserys I), mas seu direito ao trono é usurpado por um parente próximo (Stephen de Blois, primo, Aegon ll, meio-irmão) apoiado por grande parte da nobreza e aliado a um influente irmão (Henrique de Winchester/Aemond), mas ao fim do conflito seu filho herda o trono (Henrique II/Aegon III) e com um governo conciliatório e diplomático traz estabilidade e paz ao reino e os descendentes da princesa destronada reinam por gerações, a inversão reside no fato de que foi ”Anarquia” que levou os Plantagenetas ao poder, enquanto a ”Dança” ocorreu no reinado dos Targaryen e foi um dos primeiros sinais do eventual declínio e queda da dinastia. Os Targaryen são quase como os Plantagenetas diretamente transportados ao mundo da fantasia, eles foram a mais longeva dinastia real inglesa – 15 reis em mais de 3 séculos – e tiveram sua cota de reis loucos, príncipes ambiciosos, golpes de estado, rainhas conspiradoras e afins, também vieram do outro de um mar estreito – Canal da Mancha – e haviam rumores de que eles tinham origens demoníacas, a lenda contada por cronistas dizia que um ancestral deles, o Conde de Anjou, havia casado com Melusina depois de ser enfeitiçado, sendo assim acreditava-se que o sangue diabólico dela corria nas veias dos descendentes de Matilda.

  • Renato Reis

    A relação entre as Cidades Livres e as cidades-estado italianas do Renascimento é perfeita, porém nem todas elas seguem esse padrão, creio, a meu ver Volantis está mais próxima de Constantinopla do que Qarth – a herança valiriana evoca o legado romano do Império Bizantino, os Anos Sangrentos remetem as guerras do reinado de Justiniano, a organização política das cidades dividida entre orgulhosos aristocratas e emergentes mercadores e etc -, a ”Rainha das Cidades” é mais similar a Babilônia – fabulosos e coloridos muros, imponentes construções, cultura e sociedade sofisticadas, metrópoles orientais mercantis no centro do comércio transcontinental e etc -. A analogia entre Eduardo IV e Robert é perceptível, vai desde a constituição física, a preferência por martelos de guerra, os apetites exagerados e devassidão até o caráter guerreiro, a liderança em uma rebelião triunfante e a morte prematura gerando conturbações, já relacionar o Baratheon a Henrique Vlll fica menos seguro ao vermos que Aegon IV está mais próximo do rei Tudor, se um teve seis esposas, o outro teve nove amantes, se o Targaryen viu sua frota de ”dragões de madeira e ferro” ser destruída em uma tentativa de conquistar Dorne, Henrique Vlll presenciou de uma costa o naufrágio do Mary Rose, o maior navio de guerra da época, antes dele entrar em confronto com a marinha francesa, ambos conhecidos por ter bastardos, eram inconstantes, imprevisíveis, coléricos e caprichosos e tiveram esposas piedosas, Catarina de Aragão e Naerys. Tyrion é análogo a Ricardo III apenas se considerarmos o personagem da peça de Shakespeare e adaptações, com sua baixa estatura e deformidade, sendo um grande manipulador e conspirador, irônico e sarcástico, Stannis é quem está mais próximo do Ricardo III real, histórico, ambos com um caráter legislador e reformista, com tragédias familiares, dilemas e ambiguidade moral, sendo notáveis líderes militares e possuindo dimensões trágicas como figuras deturpadas pela história e como os últimos de suas dinastias. Vejo pouco de Cleópatra em Daenerys, ela está mais próxima de Alexandre, o Grande, com todo o enredo envolvendo o choque de civilizações, de um(a) ocidental em meio ao vasto e diversificado oriente, do imperialismo sendo atrelado a um idealismo e um senso humanitário, da tentativa de impor mudanças e transformações radicais em culturas milenares, ao mesmo tempo em que se vê vestígios de descomedimento e loucura o que os gregos chamavam de ”hýbris”.

  • Gustavo

    Perfeita a sua análise!
    Compartilho da mesma opinião, de que os Filhos da Floresta seriam os Celtas/Bretões e os Primeiros Homens os Romanos, e Ândalos como os Saxões. Agora eu via Valíria como a versão da Atlântida de Martin.

  • Se a guerra acabou com um casamento Lancaster-York originando a Dinastia Tudor, então teremos um casamento Lannister-Stark? Myrcella e Rickon? Seria louco isso, embora interessante, uma “besta” nascida do cruzamento de um lobo com um leão.

  • Marcos Paulo dos Santos

    Rhá! Ficou excelente! A mais perfeita comparação que já vi. Pra quem gosta de história (como eu) e da maravilhosa história de GRRM é uma aula e tanto! Parabéns!

  • Don Ramon

    Tyrion na verdade é uma versão de Henri de Toulouse-Lautrec.

  • Se a Guerra das (Duas) Rosas acabou com um casamento entre Lancaster e York, dando início a dinastia Tudor, então teremos um casamento Stark e Lannister?

  • O Enredo podia ser da familia Brangança. Um rei (de)bobo(não tinha nada) que manteve um continente inteiro. Com uma esposa maquiavélica sabotando seu reinado. Seu filho Pedro I que voltou pro velho continente e mendigou um exercito que pudesse reaver o trono de Maria II em Portugal. E conseguiu…

    Não ficamos para trás em histórias, poucas batalhas mas muitas conquistas.

    Pelo menos é o que contam os livros.
    D. PEDRO I – Isabel Lustosa – Companhia das Letras
    1808 – Gomes, Laurentino Planeta do Brasil

  • Juliana Ribas

    Já rolou né, Sansa e Tyrion…

  • Juliana Ribas

    Você é professor de história?? Muito bacana suas analogias!

  • Mas o casamento de Sansa e Tyrion não deu fim a guerra e o anão está lá pra Essos, e não serviu como um acordo de paz entre Stark e Lannister. O casamento de Lancaster e York marcou o fim da disputa, nesse sentido que estou falando.

  • Ayrton Manso

    Muito bom cara!

  • Joana Vicente

    Bingo! Há uma noção de tempo cíclico na história do Martin, que também vem por inspiração (muito mais filosófica e/ou ideológica, por sinal) na história da humanidade. Achei um texto legal sobre… Se quiser dar uma olhada. 😉

    https://historiadegeloefogo.wordpress.com/category/o-tempo-e-a-historia/

  • Renato Reis

    Também é possível associar Valíria ao mito de Atlântida, principalmente devido a Perdição evocar a destruição de Atlântida relatada por Platão, no entanto George R.R. Martin afirmou em entrevista: ”Valíria no auge de seu poder não era nem um reino nem um império… ou, pelo menos, não tinha um rei nem um imperador. Era mais parecida com a antiga República Romana… Em teoria, seu governo incluía todos os “proprietários livres”, ou seja os proprietários nascidos livres. Claro que, na prática, as famílias ricas, bem-nascidas e poderosas na feitiçaria passaram a dominar. ” Há um artigo detalhando as relações entre Valíria e Roma Antiga.

  • Victor Felipe

    já tivemos

  • jorge_lito

    Me amigo. Só tenho que dá os parabéns.
    Uma enciclopédia em pessoa…

  • Eduardo Amorim

    Acho pouco provável. kkk

  • Evandro

    Uma comparação que também é interessante é os antigos reis Targaryen
    e sua loucuras fazem um paralelo com os
    imperadores romanos como Aerys II e Nero, o primeiro queria queimar Porto Real e
    Nero foi acusado de botar fogo em Roma e ambos eram malucos. e Roma teve outros imperadores malucos

  • Amanda Campos

    Eu li sobre a Cersei ter sido inspirada na Lucrezia Borgia (o próprio Martin disse isso) ela teve uma relação incestuosa com o irmão Cesare Borgia, e era a mulher mais mortal (alegando que os maridos dela morreram envenenados ou mortos pelo irmão) e cobiçada da Itália.

  • Anon Anonimo

    Martin disse que essa teoria de seguir o desfecho da guerra das rosas como palpite não é uma boa idéia, tipo ele desencorajou a segui-la quando perguntado sobre em uma dessas entrevistas com ele.

  • thiago

    Outra coisa legal é que Hitler e Napoleão se ferraram ao tentar invadir a Rússia, pois o INVERNO HAVIA CHEGADO e eles perderam quase todo o seu exército para o frio do norte. E isso é exatamente o que está acontecendo com o Stannis.

    Além disso, os clássicos: Titã de Bravos = Colosso de Rodes, Aço Valiriano = Aço Damasco, Fogovivo = Fogo Grego (queima até de baixo d’água).

  • AP

    Exatamente,Lyanna sendo roubada por Rhaegar é o mesmo que tróia fez com Helena,e mais uma série de coisas…

  • Pati

    já tivemos, lembra que o Tyrion se casou com a Sansa?

  • Pati

    como assim? Tyrion e Sansa!!!

  • Pati

    Mas meu filho, a guerra não é mais entre os Starks e os Lannisters, os Starks já eram ¬¬ um casamento de paz agora teria que ser Lannister com Baratheon ou Lannister com Martell, ou ainda Lannister com Targaryen (já q o grifo chega em Westeros no quinto livro).

    Myrcella e Tristane estão prometidos, e parece que se gostam, então o casamento Lannister e Martell provavelmente vai acontecer, mas não creio que traga paz ao reino.

  • Mari

    Eu já tinha sacado a maioria. Mas existem outros: Margaery Tyrell é a Ana Bolena, Cersei também pode ser a Lucrezia Borgia. Aegon o conquistador é Guilherme o Conquistador. O Torneio em Harrenhal é a cena inicial de Ivamhoe e o sequestro de Lyanna é o sequestro de Rebecca/Lady Rowena. Daenerys pode ser Alexandre o Grande. O titã de Braavos é o Colosso de Rhodes e Valíria é Roma/Atlântida. Tem mais, mas não me lembro ^^

  • Mari

    Já tivemos… no caso Henrique VI (Tyrion ?) se casou com Isabel de York (Sansa?) e tiveram nada mais nada menos que um filho? Henrique VIII, (Robert Baratheon kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk)

  • Mari

    Também reparei nisso.

  • Mari

    Só faltou falar que a Margaery é a Ana Bolena. Ninguém repara nessa hahaha
    E é bem escrachada.

  • Mari

    hahaha as crianças da floresta são os elfos haha

  • Mari

    Oi.. leia Ivanhoé! também tem muito a ver.

  • Mari

    A série foi baseada num romance histórico, não corresponde aos fatos.

  • Don Ramon

    Se em comédia pastelão da Globo…

  • Carla

    Os dothrakis e Khal Drogo foram inspirados nos Hunos e no seu líder, Átila. A personalidade dos irmãos Cersei e Jaime se assemelha muito com a de Lucrezia Borgia e seu irmão Cesare Borgia, inclusive com relação ao patriarca da família, Rodrigo Borgia (o Papa Alexandre VI).

    A relação de mãe e filho de Catelyn e Robb durante a guerra dos cinco reis se assemelha muito com a relação de Margarida Beaufort e seu filho Henrique VII, fundador da dinastia Tudor, durante a Guerra das Rosas

    Acho que Sansa tem muito da Anne Neville, esposa do rei Ricardo III.

    Quem quiser conhecer a história da Guerra das Rosas sob o ponto de vista das personagens femininas que foram importantes, eu aconselho o documentário The Real White Queen And Her Rivals. Olha só a sinopse:

    “A aclamada autora Philippa Gregory revela a verdadeira história das três notáveis mulheres que viveram em volta a traição e derramamento de sangue do conflito dinástico conhecido como “Guerra das Rosas”. Gregory afirma que é impossível compreender este momento volátil e crucial na história inglesa sem entender o papel dessas mulheres no centro das brigas de família que dividiram a nobreza.”

  • Carla

    Também vejo um pouco de Carlos Magno e o império Carolíngio na narrativa de Aegon, o Conquistador.

  • Charles

    Já tivemos um kkkkkkkkkkk

  • Carla

    Eu vejo Valíria como uma mistura entre Atlântica e o Império Romano. Com a primeira se assemelha por causa da perdição. Já com o Império Romano vemos semelhança entre a disputa de Valíria e Velha Ghis e as Guerras Púnicas, entre o Império Romano e Cartago. Além do que o símbolo entre as duas cidades: a águia romana e o dragão valiriano, inclusive ambos tendo como cor-símbolo, o vermelho.

    Os roinares se assemelham aos egípcios e o rio Roine com o rio Nilo. Note-se que a única casa de Westeros que utiliza a denominação “Príncipe” é a Casa Martell, devido a influência dos roinares (da mesma forma que a denominação “faraó” só existia no Egito). Portanto, imagino muito mais Cleópatra como a guerreira Nymeria ou como Arianne Martell.

    Para quem quiser se aprofundar no tema, recomendo a leitura do artigo abaixo:
    http://historiadegeloefogo.wordpress.com/2013/09/13/a-aguia-romana-e-o-dragao-valiriano-ascensao-e-queda/

  • Joao Palmadas

    Os normandos vieram com um exercito cheio de nobres, tanto que se tornaram uma das etnias da Inglaterra, a ponto de muitos ingleses de hoje serem de origem normanda. A comparação entre normandos e targaryens faria sentido se em Westeros mais de metade da nobreza, incluindo todas as famílias importantes, fossem de origem targaryen. Os yorks e os lancasters, e a maioria dos seus companheiros da nobreza (os tudors eram uma exceção) eram todos normandos. Até a língua inglesa é de origem normanda.

    Os targaryens me parecem mais como os ptolomeus, dinastia grega que passou a governar o Egito depois da conquista de Alexandre. E Aegon o conquistador me parece muito mais com Alexandre o Grande do que com Guilherme o conquistador. Guilherme venceu uma batalha decisiva e se tornou rei, distribuindo terras e títulos para seus companheiros de armas. Alexandre travou várias batalhas e foi um genocida sanguinário, talvez o maior da história antiga. Assim como Aegon travou várias batalhas que mataram milhares de pessoas, mas não chega a ser um genocida como Alexandre.

    Além dos ptolomeus, os targaryens se parecem muito com a dinastia Chin, que unificou a China, assim como os targaryens unificaram Westeros. A queda dos targaryens, por uma rebelião, e com a traição de alguns de seus nobres e ministros, também se parece um pouco com a queda dos chins, com a diferença que não sobreviveu chin nenhum, mas as instituições que os chins criaram ainda duraram durante séculos na China Imperial. Como as instituições que os targaryens criaram. É com os chins que os targaryens mais se parecem.

  • Joao Palmadas

    Sabem, não cheguei a rir alto com a grande semelhança entre o ator que faz Robert e o retrato do Henrique VIII, mas deu para dar um sorrisinho.

  • Joao Palmadas

    E outra coisa, eu sinto falta de chineses e japoneses (ou povos fictícios baseados neles) no mundo de Westeros. Eles devem estar no extremo leste de Essos, talvez, mas não participam nada da história… É uma pena, porque as histórias e as mitologias chinesas e japonesas são ricas e interessantíssimas.

    Nesse semestre eu já entreguei minha monografia para a banca da universidade, logo pegarei o diploma, e então eu terei tempo para escrever sobre meu próprio mundo imaginário. Será melhor que o mundo do martin, porque terá chineses e japoneses, além dos europeus da antiguidade e da idade média.

    Não, não se preocupem, eu não vou por lilnks aqui. Quem sabe usar o google não precisa de links, quem não sabe é burro e aí eu não quero mesmo que seja meu leitor.

  • Sano

    Véio, por tudo que li, cê já devia ter escrito um artigo pro site há tempos.

  • Lg

    Olha só, eu acertei. Aegon Targaryen é baseado em Guilherme I da Normandia, primo de Eduardo Confessor da Inglaterra, que em 1066 invadiu a ilha e se tornou o primeiro normando rei da Inglaterra. Guilherme também era chamado de “o conquistador”

  • Guilherme, o bastardo; era seu primeiro “apelido”. Existem suposições sobre sua obsessão por realizar grandes feitos ser oriunda das troças q sofreu por sua condição social.

  • Não consegui ler as 3 últimas letras, você usou fonte muito pequena, poderia ajeitar?

  • Thiago de Paula Carvalho

    Sempre que leio sobre Valíria acabo associando a cidade franca com Roma… as colinas onde se fundaram as cidades, a guerra contra os Roinares, lembrando as guerras púnicas, a perdição parece uma versão amplificada da destruição de Pompeia… por ai vai…

  • Patrick

    eu acho que Valiria também do antigo Egito,como a construção de esfinges,e a nobreza casar entre irmãos.No caso dos Donezes,acredito que eles se pareçam mais com os árabes.A descrição da cidade de Lança Solar,parece muito com as cidades árabes,da época do surgimento do islã.No caso dos dothraki,acho que foram inspirados nos antigos hunos.

  • João Víctor Garrido

    Ótima lista. Quanto a Tywin, eu diria que a inspiração dele foi o Rei Eduardo I (aquele de Coração Valente). O que me levar a crer isso é essa passagem na história dele (que retirei da Wikipédia): “Eduardo mostrou ter uma personalidade e estilo de governo bastante diferentes do seu pai, que procurava reinar por consenso e resolvendo crises de forma diplomática. A primeira prova do seu carácter forte surgiu em 1265, ainda enquanto herdeiro, quando derrotou decisivamente o rebelde Simão de Montfort, Conde de Leicester na batalha de Evesham, perseguindo depois todos os seus apoiantes e família. Suas ações garantiram uma reputação de violência e falta de misericórdia para com os seus adversários.”

    Tem mais algo sobre isso aqui: http://asoiaf.westeros.org/index.php/topic/80129-tywin-lannister-and-edward-longshanks-i/

  • AP

    Acredito que os dothrakis foram inspirados nos mongóis,tanto que els falam que os dothrakis sabem andar a cavalo e usar o arco e flecha ao mesmo tempo assim como os mongóis

  • João

    Com essa humildade você vai longe hein cara

  • Tiago Matos

    Eu sempre tive a impressão que Valyria era inspirado em Roma, nunca que iria imaginar que os Targaryens, que são valirianos, fossem inspirados nos Normandos.

  • Joao Palmadas

    esse negócio de pensar pequeno não é comigo não, xará. a gente tem é que pensar grande. você gosta de escritor que pensa pequeno? então, um conselho: não me leia. eu penso grande.

    penso maior que minha barriga, a barriga do rei robert, a barriga do lorde manderly, a barriga do Illyrio Mopatis e a barriga do baleia amarela SOMADAS.

  • João

    Hahaha beleza cara, não vou ler seus livros, fica tranquilo

  • Diego

    Eu pensei em fazer uma história com mitologia europeia, asiática e africana somadas. Então, se quantidade fosse qualidade, minha história seria melhor do que a sua ou a de Martim. No entanto, reconheço que fazer algo melhor do que ele é bem difícil e ainda mais difícil em pouco espaço de tempo, e começo a escrever e compilar contos mais por hobbie do que pela obrigação de ser reconhecido ou admirado.