Análise do episódio 4.06: “The Laws of Gods and Men” (sem spoilers)

Esse texto NÃO CONTÉM SPOILERS DOS LIVROS e é destinado principalmente para aqueles que não terminaram ou sequer começaram a leitura dos mesmos. Se você já leu ou não se importa em saber o que vai acontecer, confira a análise COM SPOILERS, que em breve deve tá saindo por aí.

gods_and_menQuem acompanha minhas análises sabe o quanto eu admiro o trabalho de Bryan Cogman. Os episódios que ele escreve tendem a ser melhores que os dos demais roteiristas, incluindo os criadores da série, David Benioff e D. B. Weiss, e (que os deuses me perdoem) até o próprio George R. R. Martin. A direção de Alik Sakharov também é extremamente competente. Ele foi responsável por um dos meus episódios preferidos da terceira temporada, “The Climb”, e pelos belíssimos planos quase simétricos na imagem acima. Esses dois caras, aliados a um time capacitadíssimo de atores, fizeram de “The Laws of Gods and Men” uma verdadeira obra-prima em termos de Game of Thrones. Nele, tivemos diálogos impecáveis, um visual digno de cinema e atuações de arrepiar. Nesse último quesito acho que está o grande segredo para o sucesso do episódio. A melhor escolha dos produtores foi sem dúvida apostar no talento do grande Peter Dinklage. Assim como em “Blackwater”, ele praticamente carregou o episódio nas costas. Talvez esse seja um dos motivos pelos quais esses dois episódios estão entre os melhores da série até então.

Acredito que “justiça” (ou talvez a falta dela) tenha sido o tema principal de The Laws of Gods and Men. Enquanto Cersei tentou fazer justiça pela morte do filho à sua maneira, Jaime buscou obtê-la de uma maneira diferente ao tentar garantir a liberdade do irmão, algo bem parecido com o que Yara foi buscar no Forte do Pavor. Também vimos uma inexperiente Daenerys tentar servir justiça aos suplicantes em Meereen, enquanto o nada inexperiente Davos Seaworth usou o senso de justiça de Stannis como moeda de troca, conseguindo assim o apoio do Banco de Ferro de Bravos.

Mas vamos começar por baixo. Acho que a sequência envolvendo Yara e a tentativa fracassada de resgatar Theon no Forte do Pavor, embora intrigante, foi a mais fraca do episódio em questão. E digo isso com certa tristeza, pois sou grande fã dos Greyjoys.

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“As long as they keep hurting our prince with impunity, the word ‘ironborn’ means nothing!”

Assim como o metal, os homens de ferro são obscuros, duros e fortes mas, aparentemente, quebradiços. Foi exatamente isso que Ramsay fez com Theon: quebrou não só o seu corpo, como também seu espírito – que já não era dos mais valorosos. Ainda assim não pude deixar de sentir a mesma decepção de Yara ao ver o irmão agir como bichinho de estimação dos Bolton. Ele dorme com os cachorros, é banhado e até morde como um deles. Mais decepcionante que isso só a atitude da própria Yara ao ser confrontada por Ramsay. Os “cinquenta melhores assassinos da Ilhas de Ferro” foram expulsos com a mesma facilidade que tiveram pra invadir. Correr de cachorros definitivamente fez a expressão “Nascidos no Ferro” perder o sentido. É claro que, tecnicamente, ela não estava correndo dos cachorros, mas foi o que pareceu. A Yara destemida que vimos em “Mhysa”, capaz de enfrentar o pai para salvar a vida do irmão, certamente enfiaria o machado na cara do filho da puta que o torturou, humilhou e castrou. Já a Yara desse episódio… Acho que fiquei um pouco envergonhado ao vê-la fugir daquele jeito. Ainda mais depois daquele discurso motivacional no início.

Apesar dos pesares, embora curta, a batalha foi bem orquestrada. Os latidos frenéticos dos cães e aquele ambiente extremamente fechado ajudaram a tornar a luta muito mais tensa.

A cena seguinte ajudou a ilustrar um pouco os motivos de Yara. Theon, ou melhor, Fedor, tem medo até da câmera. O cara nunca foi um exemplo de coragem. Como Ramsay fez bem em notar, Yara tinha mais culhões que Theon antes mesmo de ele ter sido castrado. Ainda assim, tive esperanças de que, ao encontrar a irmã, ele nos surpreenderia. Mas como ela concluiu ao deixar o forte, Theon morreu de fato. Me pergunto como ele conseguirá voltar a ser o príncipe das Ilhas de Ferro para ajudar Ramsay a recuperar Fosso Cailin e cair nas graças do pai (onde ele estava enquanto tudo isso aconteceu?), um acordo firmado por eles em“The Lion and the Rose”. Essa foi a verdadeira razão daquele banho, o que me fez lembrar a cena do batismo em “What is Dead May Never Die”, onde vimos Theon ser mergulhado nas águas salgadas do Mar de Ferro para que voltasse a ser um Greyjoy. E como disse o sacerdote do Deus Afogado naquela ocasião, o que está morto não pode morrer, mas volta a erguer-se, mais duro e mais forte… Será?

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Em contraponto ao cenário (intencionalmente?) claustrofóbico visto no Forte do Pavor, o episódio nos presenteou com sets grandiosos como a nova sala do trono de Daenerys em Meereen, a sala do trono da Fortaleza de Maegor, repaginada em prol do julgamento, e o magnífico salão de espera do Banco de Ferro de Bravos.

Por falar em Bravos, desde que ela apareceu na abertura já deu pra perceber o motivo pelo qual a cidade é tão famosa. Desde o incrível Titã (claramente inspirado no Colosso de Rhodes), às bem frequentadas casas de banho, as equipes de direção de arte e de efeitos especiais deram um show. A disposição e frieza dos banqueiros, sentados naquelas cadeiras enormes engolidas por um espaço vazio maior ainda (que realmente parecia pertencer à um banco clássico) contribuíram para a concretização da imagem idealizada por Tywin em “First of His Name”. O Banco de Ferro de Bravos é mesmo como um templo. E os banqueiros são as pedras. O modo indiferente como Tycho Nestoris (interpretado pelo ator Mark Gatiss, querido pelos fãs por interpretar Mycroft Holmes em “Sherlock”, da BBC) trata a causa de Stannis prova o quanto isso é verdade. Era quase como se Stannis fosse um simples pastor reclamando de suas cabras mortas. Pena que os produtores não ofereçam sempre um material bom como esse para Stephen Dillane trabalhar. Mesmo em silêncio, ele conseguiu transmitir o descontentamento e a impaciência quase constante do rei legítimo de Westeros. E acho que não preciso falar de Liam Cunningham. Eu sempre gostei da honestidade com a qual ele interpreta o Cavaleiro das Cebolas.

Mesmo sendo fã do personagem, essa foi a primeira vez na temporada que eu realmente gostei da participação de Stannis em um episódio. Toda a negociação foi muito bem articulada, terminando sabiamente com Davos mostrando a mão aos banqueiros a fim de provar que, como disse Oberyn em “Two Swords”, os Lannisters não são os únicos que pagam suas dívidas.

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“He doesn’t just talk about paying people back. He doesn’t!”

Aliás, como vimos no episódio anterior, eles não tem dinheiro pra pagar dívida alguma. E o único homem capaz de reverter essa situação tem 67 anos, o que em Westeros significa muito. Quem pagará as dívidas da coroa caso Tywin Lannister morra? Seus filhos? O menino Tommen? Lancel Lannister? Mace Tyrell é rico, mas é um tolo; a mãe dele, Olenna, é quem realmente dá as cartas na Campina mas é pelo menos 10 anos mais velha que Tywin; Jaime já deixou claro que não tem nenhum interesse pelos “negócios da família” e Cersei é a “mãe da loucura”. O único filho do Senhor de Rochedo Casterly que herdou um pouco do seu tino para as finanças foi Tyrion, que está preso e sendo julgado pelo assassinato da “criança mais nobre que os deuses colocaram nesse belo mundo”.

A única escolha viável para o Banco é mesmo acreditar em Stannis. Ao menos por enquanto. Afinal de contas, quando uma pedra cai, outra toma o seu lugar.

Eu realmente senti falta de Salladhor Saan. O ator Lucian Msamati é tão bom que conseguiu fazer de seu personagem coadjuvante um dos mais carismáticos de toda a série. E se tem uma coisa que o núcleo de Stannis precisa é de carisma. Talvez seja pensando nisso que os produtores vira e mexe trazem o pirata lyseno de volta. A cena de (re)introdução dele não poderia ter sido mais apropriada. Então Davos aparece com as moedas que sinalizam o êxito de sua negociação com os banqueiros. Ele pede que Salladhor Saan deixe suas belas companheiras para se juntar a ele, mais uma vez, em prol da causa de Stannis. Pra onde será que eles vão?

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“My treatment to the masters was no crime. You would be wise to remember that.”

Ao contrário do que vimos na capital, na Baía dos Escravos, Daenerys ainda tenta responder as injustiças com justiça, mas acaba descobrindo que conquistar e governar são coisas completamente diferentes…

Assim como Bravos, Meereen também tem uma arquitetura marcante. As duas cidades estão sob a sombra de uma grande construção: o Titã, e a pirâmide colossal encabeçada pela Harpia, símbolo do antigo e orgulhoso império Ghiscari. Esse orgulho transparece na atitude do nobre Hizdahr zo Loraq, um dos homens que assistiu ao discurso de Daenerys em “Breaker of Chains”. Ele foi à rainha pedir um funeral apropriado para o pai, o homem que ajudou a projetar aquela sala do trono e que, apesar de ter falado contra a martirização das crianças, foi crucificado por Dany ao lado de outros 161 mestres em “Oathkeeper”. Talvez seja exagero (provavelmente é), mas isso faz dela uma pessoa não muito diferente das que miseravelmente espancaram uma senhora até a morte por que ela parecia outra mulher suspeita de sequestro.

Tudo serviu pra mostrar que embora Dany tenha se tornado uma líder forte e decisiva, muitas das decisões que ela toma refletem sua inexperiência. Também mostrou um lado da personagem que estava escondido atrás das cenas gloriosas e das frases de efeito. Ela clama que os mestres cometeram um crime contra as crianças, mas que a punição dada por ela não foi um ato criminoso. Isso é justiça? É possível que ela esteja, aos poucos, se tornando uma tirana como o pai? Muitos dos escravos libertos a chamam de mãe (ou “mhysa”) mas ela é implacável quando se trata de seus inimigos. Ela conquista os povos e impõe a eles suas próprias leis e costumes (que nem mesmo ela sabe direito quais são). Como disse Daario Naharis em “Two Swords”, se você quer conquistar e reinar sobre determinado povo, você precisa conhecê-lo. Infelizmente, Daenerys não gosta muito de escutar seus conselheiros, o que lembra muito a lição de Tywin a respeito de como a sabedoria de escutar e reconhecer suas limitações é o que faz um bom governante. A cara de Barristan quando ela decide pagar ao pastor três vezes o valor das cabras devoradas por Drogon foi hilária.

E que passagem incrível aquela, não? Eu gostaria muito de ver os dragões – que estavam desaparecidos desde a premiere – em mais cenas como essa. Mas como o julgamento nos mostrou, uma sequência não precisa ter uma super produção ou efeitos especiais grandiosos pra ser o ponto alto do episódio.

Ah, e eu realmente fiquei com pena de Sor Jorah e Sor Barristan… Será que eles tiveram que ficar em pé enquanto Daenerys atendia aos outros 212 suplicantes?

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A ausência de Tommen na reunião do Pequeno Conselho e o modo como ele se abstém de participar do julgamento, dando lugar ao avô serviram bem pra mostrar que, como concluíram Stannis e Tycho Nestoris no diálogo inicial, Tywin Lannister é quem realmente governa os Sete Reinos (e me pareceu que o rei não estava muito confortável em condenar o próprio tio). Mas verdade seja dita, o cara nasceu pra sentar naquele trono né?

Oberyn discordaria, é claro. Perceberam como ele foi a única pessoa na sala que não levantou quando Tywin entrou na Sala do Conselho? Ao contrário de Mace Tyrell. Roger Ashton-Griffiths deve ter tido até agora, ao todo, menos de dez falas nessa temporada, sendo que nesse episódio a maioria delas foi cortada (sem mencionar o fato de que  Tywin o tratou praticamente como um estagiário). Me pergunto até quando os produtores vão sacrificar o pobre homem em nome da comédia.

 De todas as reuniões do conselho que já vimos acho que essa foi uma das que mais pareceu uma reunião de verdade. Vieram à tona diversos problemas de todo o reino como o Cão de Caça  que vive difamando os Lannisters por aí e a constante ameaça de Daenerys, seus dragões e seus Imaculados, que serviram como gancho perfeito para o diálogo entre Oberyn e Varys na Sala do Trono. Aparentemente, além de gostar de homens e mulheres, o príncipe dornês também tem uma queda por eunucos. Brincadeiras à parte, a cena foi muito boa e me lembrou muito os debates de Mindinho e Varys naquele mesmo lugar. Falando em Mindinho, o fato de ele não ter aparecido deixou caminho aberto pra sua “contra-parte” entrar em ação. Fazia tempo que Varys não recebia tanto destaque.

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“I believe the words ‘Fuck the King!’ were uttered.”

É claro que outras passagens ficam apagadas em comparação ao acontecimento principal do episódio: o julgamento de Tyrion, que foi uma incrível demonstração do bom trabalho de todos os envolvidos. É muito bom quando boa parte do tempo é reservado pra dar ênfase a um único arco da história. Diferente da confusão que foi o casamento de Joffrey, onde os atores saiam desconfortavelmente de seus lugares para interagir com outros e as câmeras cortavam pra lá e pra cá, no julgamento todos estavam bem posicionados e os movimentos pareciam calculados. Mas sem sombra de dúvida, a maior parte dos elogios se deve ao desempenho magnífico de Peter Dinklage, e com razão. Pelas leis dos deuses e dos homens, esse cara merece ganhar todos os Emmys e Globos de Ouro a que concorrer esse ano! Sua perfomance ofuscou outras mais sutis e igualmente louváveis como as de Charles Dance (Tywin), Pedro Pascal (Oberyn), Conleth Hill (Varys) e Nikolaj Coster-Waldau (Jaime).

Todas as testemunhas estavam nitidamente compradas, mas um dos melhores aspectos do julgamento foi o fato de que tudo o que eles falaram sobre Tyrion ou era verdade, dentro de um contexto distorcido, ou tinha uma pitada de verdade (o que me lembrou muito o julgamento que acontece em um dos melhores jogos de RPG do Super Nintendo, “Chrono Trigger”, de 1995). Sor Meryn Trant relatou as ameaças feitas a Joffrey quando Tyrion impediu que eles espancassem Sansa na Sala do Trono, o que de fato aconteceu em “Garden of Bones”; Cersei e Varys também mencionaram ameaças que realmente foram feitas em “The Prince of Winterfell” “Mhysa”, respectivamente. Isso prova que, nessa série, mesmo uma pequena atitude ou uma fala aparentemente descartável podem valer alguma coisa no futuro.

Pycelle mentiu quando disse que Tyrion roubou seus venenos depois de prendê-lo em “What is Dead May Never Die” (vocês lembram como Podrick foi coagido a confirmar essa informação, certo?), mas eu sabia que alguém encontraria o corpo de Sor Dontos quando Mindinho, propositalmente, atirou o colar sobre ele em “Breaker of Chains”. O melhor de tudo foi quando a câmera focou o rosto da Margaery assim que o velho meistre mostrou o colar. Ela sabia o tempo inteiro que sua avó foi a verdadeira responsável pela morte de Joffrey, mas parece que foi naquele segundo que a ficha realmente caiu.

Também gostei bastante de quando a câmera filmou a cadeira vazia de Cersei enquanto ela dava seu testemunho. E quando Varys diz à Tyrion que não esqueceu a conversa deles que eles tiveram depois da batalha da Água Negra, em “Valar Morghulis”? Cara, eu me arrepiei. O que será que aquilo quis dizer? Assim como você, Varys, nós não esquecemos nada.

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Em vários momentos é possível perceber através das mudanças de expressão e da linguagem corporal como Jaime descobre aos poucos que o julgamento não é nada mais do que uma formalidade, e que o veredicto já foi praticamente decidido. A estratégia de Cersei no episódio anterior – se fazer de vítima para influenciar os juízes – embora meio sem sentido (ela já tinha todas as testemunhas nas mãos, ou melhor, nos bolsos), parece ter dado certo. Com isso em mente, Jaime propôs ao pai que, pela vida de Tyrion, deixaria a guarda real e assumiria seu lugar de direito como Senhor de Rochedo Casterly, o que foi muito sagaz da parte dele já que aquilo era tudo o que Tywin sempre quis. Apesar das várias distorções de caráter sofridas no caminho, esse é o Jaime que a série quer nos mostrar, o cumpridor de promessas.

Diferente de Jaime, Tyrion sabia desde o começo que o julgamento era uma farsa e que seu destino estava traçado. Exceto pelas interrupções nos testemunhos de Sor Meryn e Varys, a postura dele durante o processo denotava bem isso. Mas tudo mudou quando Shae entrou para testemunhar. Bem surpreendente, não? Ela deveria estar em Pentos desde “The Lion and the Rose”. 

O que aconteceu com Sibel Kekilli hein? Ela é uma boa atriz, premiada e tudo, mas desde que começaram a retratá-la como uma mulher romântica e ciumenta, Shae ficou um pouco chata. E o sotaque não ajuda muito. Acho que a única coisa que não me agradou muito no julgamento além da atuação dela foi a falta de Indira Varma e Jerome Flynn. A presença de Bronn no julgamento teria sido no mínimo cômica. Mas assim como Podrick, ele era um dos principais associados de Tyrion, e dificilmente teria dado as caras por lá.

Enfim, depois daquilo, Tyrion não podia deixar barato. Apesar dos esforços do irmão, ele tinha que fazer com que todos pagassem. Ele nunca foi do tipo que fica sentado na audiência enquanto outros decidem seu destino, e por isso ele tinha que dar aos juízes alguma incerteza. Dar-lhes o que temer. Mesmo que isso significasse sua ruína. Eu nunca detestei tanto os membros da nobre corte de Westeros como durante o julgamento. Era como se eu estivesse sentindo o mesmo ódio de Tyrion no momento em que ele profere as últimas palavras antes de exigir (pela segunda vez) um julgamento por combate (a primeira foi no Ninho da Águia). Se as leis dos homens insistem em condená-lo, talvez as leis dos deuses consigam provar sua inocência. É nas mãos deles que Tyrion se coloca e, por tabela, acaba colocando a todos nós.

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“I should have let Stannis kill you all.”

E quanto a Tywin, Cersei, Shae, e toda a corja da capital? Será que os deuses tem algo reservado pra eles? Eu diria que sim. Além dos 4.000 soldados e trinta e dois navios de Stannis, ainda temos Daenerys, com seus 8.000 Imaculados, 2.000 Segundos Filhos, 93 navios, 2 comandantes experientes, um punhado de dothrakis e 3 dragões, só esperando por eles. Como diria Tycho Nestoris, esses números não parecem levar a um final feliz. 

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  • Yze

    Muito boa resenha

  • Viviane Rodrigues Amorim

    Eu adoro as resenhas desse site, vocês são fantásticos! Parabéns!

  • Adriana Aquino

    Amei a resenha! Muito bom! O episódio foi incrível, terminou de uma forma que… Deus do céu! Eu já assisti várias vezes. Gosto muito desse blog, obg pelos posts maravilhosos!

  • Paloma R F

    Rafael Bacellar, tu manda muito!

  • wildfire35

    Ótima analise, mas achei a parte de Yara/Asha em si foi muito boa, Alfie Allen mas uma vez mostrando que é um excelente ator, só que realmente a corridinha do final ficou trash,

    Teria ficando muito mais legal e não alteraria o enredo, ela dizer que seu irmão estava morto e não valeria perder os Verdadeiros homens de ferro por aquilo, e seguir se retiraria calmamente.

    mas acredito que foi necessário para ela saber que Theon estar “morto”,

    Afinal ele é o herdeiro das ilhas de ferro, e se seu pai, Balon Greyjoy, morrer realmente, como previsto pelas sanguesugas de Melisandre, as ilhas ficarão sem governante.

  • Pedrinho Barboza

    Peter Dinklage magistral!!! Entreguem logo o Oscar a esse homem!!

  • Daeron Stark

    Resenha ótima. E o julgamento foi perfeito, achei que iria levar ao menos mais de um episódio mas foi bem executado assim, quase 40% do episódio só para terminar com chave de ouro.

  • Aline Moreira

    Adoro as resenhas de vcs. Incríveis mesmo!! Agora espero a com spoilers… Bom trabalho galera!!!!

  • Tata Baughtter

    Parabéns Bacellar, Mais uma vez!! Estava ansiosa por sua analise deste episódio em especial… Pelos Sete, o que é o Peter Dinklage? Todo o julgamento, principalmente as cenas finais me fizeram prender a respiração… O Cara Mita… E a Expressão do Tywin? Definitivamente essa Temporada é o Clímax…<3 GoT

  • Ricardo

    Parabéns por essa análise do episódio, muito legal a parte que tu citaste, como combina o trono com Tywin kkkkkk, esse cara pra mim, tirando vários outros atores (Peter D. é fora de série), esse cara é fenomenal, ele não perde a pose, a esperteza dele faz com que as cenas se tornem magistral (com o Tommen no velório do Jofrey kkkkk)….este episódio, fechou com chave de ouro, dentro dessa temporada, está difícil de escolher qual o episódio está sendo o melhor, que continue nesse ritmo.

  • Massi Marques

    Já tô até com pena dos Lannisters pelo que os aguarda…

  • Paulo Frank

    O pessoal está falando mto da atuação “fraca” da Shae, mas eu acho q tem um quê de proposital nisso. Vcs repararam em como estão bem ensaiadinhas as falas dela? Como se o Tywin ou a Cersei tivessem dado um roteiro com o que ela deveria falar no julgamento.
    Pode ser que ela esteja ruim nesse momento mesmo, mas eu pensei nessa outra hipótese pq tem várias coisas q ela fala q realmente parece q nao são coisas q ela falaria comumente… Esta claro que ela foi mto influenciada pra falar as coisas q falou no tribunal…
    O q vcs acham??

  • Pequeno Cícero Aposentado

    Concordo plenamente.

  • Pequeno Cícero Aposentado

    Pois é. Depois acho que a série vai dar uma queda de emoção por um bom tempo.

  • Parabéns pela resenha, ficou excelente! Retratou o episódio de uma forma muito interessante.

  • Joao Palmadas

    O episódio inspirou o povo, hein? Essa resenha está ótima. Não digo que foi o melhor episódio, acho que o segundo foi melhor, mas essa resenha sua ganhou o primeiro lugar até agora.

  • Tata Baughtter

    Também acho, a menos que eles continuem fazendo cada vez mais cenas exclusivas para a sério, como ocorreu com o Arco do Bran/Jon… Pra dar mais uma emoção…

  • Tata Baughtter

    Concordo. A Participação dela no Julgamento foi feita mesmo para “parecer” ensaiada… Pelo menos eu percebi assim…

  • Voa Como Um Falcão

    Eu concordo, na cena ela parecia dar umas olhadas para os lados, para cima, falava que meio no “automático”, parecia ter decorado tudo o que estava dizendo mesmo! Se isso foi proposital ou por incompetência da atriz na interpretação, talvez não saberemos mas… é fato que as melhores atuações dela foram na primeira e segunda temporada, na terceira quando ela começou bancar a “ciumenta” a falta de experiencia dela pesou, ela não atuava bem nestas situações e as vezes irritava por parecer um tanto forcado

  • Felisberto Albuquerque

    Também sou fanzasso do núcleo Greyjoy, porém discordo de alguns pontos. Qual a atitude de Yara ao ver o irmão quebrado e mordendo a sua mão??? Continuar lutando até ela e o ultimo guerreiro cair no Forte do Pavor?? Era uma missão de resgate e não uma invasão… O resgate ja estava comprometido pois o alvo não era mais Theon e sim uma coisa qualquer, um pedaço de carne andante sem vontade… Iriam aparecer mais guardas e ai era questão de tempo de cair nas mãos do Bastardo de Bolton… é claro que Theon não é referencia mais ainda é herdeiro de Balon… Não posso dar Spoiler aqui, mas a cena ao meu ver servirá para justificar um evento futuro. Claro que poderiam ter feito de outro modo, sem dar a entender que Yara correu de uns guapecas. Mas foi a somatória dos fatores que a levaram a tomar a decisão de fugir:
    – Ela estava com mais dois (ou três) guerreiros… Contra Ramsay e mais dois ou três guerreiros e mais os cães…. Fora que o irmão não estava colaborando e ainda os reforços que poderiam aparecer…. Se fosse uma luta ao estilo “O Tigre e o Dragão” ela sozinha daria conta, mas achei razoavel a decisão dela… Pois aquela briga estava perdida.
    ———————–
    E que venham Victarion e Euron Olho de Corvo pra dar uma chacoalhada no núcleo Greyjoy.

  • Gui M.S.

    Não gosto de puxar saco de ninguém, mas a verdade deve ser dita: vc está se superando a cada análise, Bacellar!
    Excelentes analogias e interpretações dos acontecimentos, e excelente senso crítico para os aspectos políticos, filosóficos e psicológicos.
    Parabéns!

  • Lucas Almeida

    Mesmo quando tudo parece estar perdido Tyrion consegue se sobressair e desafiar o homem mais poderoso de Westeros…Tyrion eh Foda!

    P.S: Ele ameaçando um sorriso Afrontador a Twyin no final foi lindo de ver! ;D

  • Rômulo Souza

    Análise muito pertinente como sempre, Parabéns! estão ajudando à entendermos melhor – até aqueles que leram os livros – os pequenos detalhes dessa maravilhosa obra literária.Esse episódio foi memorável, a cena final me deixou babando de vontade de assistir ao próximo o/

  • Luh

    Concordo com você, achei q de inicio a cena estava indo bem, só achei q o problema veio na hora da fuga dela, q msm tendo tds esses fatores q vc falou, pareceu meio corrida. Foi mais problema de direção do q de coerência, já que a gnt consegue entender os motivos do q aconteceu se refletirmos, mas na hr foi meio WTF?!
    A cena porém foi boa se formos pensar na construção da batalha e nas atuações, principalmente a do Alfie Allen.
    O episódio como um td foi excelente, a fuga foi o único probleminha, mas q nem de longe consegue jogar o capitulo para baixo, em meio a tanta coisa boa.
    Ótima análise Bacellar!

  • Adriano Viana

    Os Lannisters serão estuprados por dragões! Vão vendo!

  • Messinho’

    Eu meio que discordo pelo fato de que se tinha tanta coisa pra a atriz passar na tela, e ficou somente o texto decorado. Ela deveria ao menos passar alguma tristeza por falar aquilo (afinal, ela “ama de verdade” o anão, ao menos na série). A atuação achei no nível de Cersei quando Joffrey morreu – esperava mais, BEM mais.

  • Felisberto Albuquerque

    Se durarem até lá…

  • drmingus

    Parabéns, Bacellar! Mais uma ótima resenha. E acho que o Oberyn tem mesmo uma queda por eunucos, porque pelo que ele disse no Conselho, acho que ele andou tentando “traçar” algum Imaculado lá em Essos.

  • Voa Como Um Falcão

    A Lena tem obrigação de sempre atuar bem pelo histórico dela, caso diferente da Sibel

  • drmingus

    Muito boa também foi sua observação de que uma fala aparentemente descartável pode valer alguma coisa no futuro. Serve de aviso para aqueles que insistem em dizer que em alguns episódios não acontece nada.

  • Diego Natan Canteri

    *CLAP CLAP CLAP* isso sou eu batendo palmas pra essa análise, muito boa, melhor que já li sobre uym episódio de GOT. Várias coisas que você tinha dito me passaram batido.

    Mas falando do episódio, achei que o Jaime não soube negociar, deveria pelo menos ter pedido a inocência do Tyrion e se Tywin negasse “abaixava o preço”… me deu a impressão que Tywin já iria oferecer essa oportunidade, e outra, ser mandado pra patrulha onde Tyrion não tem poder e onde está Janos Slynt é meio arriscado pra ele, não? Aliás, Jon deve estar achando até agora que Tyrion tentou matar Bran, não? Sem Jon e com Janos Tyrion entraria numa fria muito, muito fria…

  • Eu concordo plenamente com vc em relação a Asha Greyjoy. Gente o que foi aquilo? Ela chega #cauzanu no Fosso Cailin, destemida, matando todo mundo. E foge do Cachorro… WTF?! Tudo bem que o Ramsay é psicopata, ela quis evitar um banho de sangue de homens dela (e dele), mas achei a cena super desnecessária. (Eu costumo gostar das adaptações da séries, mas essa não ficou legal). Parabéns. Ótima resenha!!!

  • Viggo

    Mesmo assim, mesmo tendo que fugir e com a investida perdida, ela teve uma baita oportunidade de matar o Ramsay quando ele abria as jaulas. A cena toda perdeu o sentido aí.

  • Voa Como Um Falcão

    Acho que apenas criaram a cena para livrar ela da promessa que fez no S03E10(resgatar Theon). Afinal quem já leu os Livros sabe o que ela vai fazer daqui para frente(apos acontecer algo que ja era para ter acontecido), seria estranho ela fazer aquela promessa(inclusive apareceu ela no barco com alguns homens), de repente ela aparecer em um núcleo totalmente diferente

  • LyannaStarkWIC

    O contraste entre Oberyn e Mace foi hilário, enquanto um nem se levantou quando a mão do rei chegou, Mace foi todo feliz pegar pena e papel.
    Shae -I was his whore
    Mace – His what?

  • Roberto

    Mandou bem Rafa, muito bem! Esse episódio deve ser dedicado ao diretor, pois os closes nos personagens ficou perfeito. Ficou muito parecido com os antigos filmes de Alfred Hiichcoch. onde eram valorizadas as expressões dos atores. Pete é um gigante em cena. Abraços.

  • Junior Valadares

    Tem uma coisa que tem que ser dita. Os homens de ferro estavam de armadura e tinham medo de serem mordidos pelos cachorros?

  • Fernando Luiz

    Ótimo episódio. Ótima análise…
    Mas Aff, a Shae é uma puta puta >:(

  • Dandie Bozza

    Uma coisa que reparei na cena do Banco de Ferro de Bravos foram as roupas dos banqueiros. Os Bravosis são classificados pelas suas vestes, quanto mais simples, mais nobres são. E os banqueiros estavam com roupas bem simples.

  • Adriano

    Não era em Fosso Cailin e sim no Forte do Pavor… O Fosso esta de posse dos homens de ferro…

  • Ricardo

    Bah cara assisti agora, é demais essa cena, e também depois de ver com mais calma novamente, as reações de cada personagem, faz tu arrepiar, o Oberyn até meio que levanta da cadeira com o inusitado discurso do Tyrion, sensacional…

  • Maria Clara Antonelli

    “Sor Jorah e Sor Barristan… Será que eles tiveram que ficar em pé enquanto Daenerys atendia aos outros 212 suplicantes?” …. HAHAHAHA!!! Meu Deus, imaginem as varizes das pernas do Barristan tadinho…..
    Com exceção da parte da Yara e da fuga de cachorros, que foi ridícula se pensar que eles são homens de ferros (inspirados nos vikings medievais), todo o episódio foi fantástico!
    Que Bravos mais linda!

  • Hernan Gonzalez

    as suas analises se tornaram obrigatórias depois de cada episódio!!!!
    parabens!

  • Samuel Costa

    Discordo, boa parte dos principais acontecimentos do 3º livro ainda estão por vir. Episodio 8 e 9 prometem, alem dos cliffhangers do 10

  • Rafaella Rey

    Sobre comparar a decisão da Dany de crucificar os mestres com a moça que foi espancada pq suspeitavam que ela sequestrava crianças: Sem noção. A justiça naquele contexto era injusta, ou então homem algum seria decapitado não é? Mesmo os desertores da patrulha da noite, como o gordinho sem orelhas que foi decapitado pelo honorável Ned Stark no início do pri
    meiro livro. Se foi um equívoco crucificar todos? Sim, foi. Mas até o senso de justiça do Stannis é perturbador. Se formos analisar dessa forma todos ali são tiranos em potencial. rs

  • Helena Rosa

    Na verdade, no primeiro livro Jon considera Tyrion um quase amigo, e não acredita que ele tenha feito algo de mal contra Bran.

  • Duilio Murai

    Onde está a injustiça no caso do Ned? Desertores da Patrulha da Noite são condenados a morte e foi exatamente isso que aconteceu..

    No outro caso ai, a analogia é válida. Cometeu-se injustiça em busca de ”justiça”.

  • Roberto Pereira

    Rafael também é cumpridor de promessas. Disse que as análises sairiam mais cedo e tá cumprindo.

    Eu devo ter visto esse episódio num mau dia, ou com a cabeça em outras preocupações, porque – como sempre faço -, assim que acabo de ver, venho olhar os comentários sem spoilers e me surpreendi com todo mundo empolgadíssimo com um episódio que para mim foi bem mornão.

    Acho que pela primeira vez o fato de já estar bem adiantado nos livros (indo pra metade do quinto) pesou na apreciação do seriado: eu já sabia de tudo que ia acontecer no julgamento.

    E aquela lutinha xoxa da Yara com o malucão do Ramsay não ajudou nada. Quer dizer que a irmã do Theon aparece do nada, invade o castelo, tem uma lutinha meio chinfrim e sai correndo dos cachorros? E o Ramsay deixa a mina fugir?

    Desculpem, mas essa cena me pareceu pura encheção de linguiça. Como se o fato de ter que manter um imenso elenco contratado quase sem atuar estivesse obrigando os produtores a inventar cenas que não existem nos livros para que eles apareçam e justifiquem seus salários.

    De resto você tem razão quando diz que várias cenas foram muito boas. A chegada de Stannis passando por baixo daquela imensa estátua.
    #videogamefeelings A hilária sala do banco de ferro com suas cadeiras imensas para os banqueiros e os caixotes em que os “pedintes” têm que sentar para mendigar um empréstimo. Quem não se sente assim quando entra numa agência bancária pra conversar com o gerente? hahaha

    Para mim a melhor parte do episódio foi em Meereen. Tudo muito bom. O QUE FOI AQUELE DRAGÃO? SENSACIONAL. Coisa de cinema.

    E toda a cena da Daenerys foi ótima, como você explicou muito bem.

    Já o julgamento que deixou todo mundo de queixo caído, achei chatinha, chatinha. (Não me apedrejem. Viva a democracia. Cada um pode ter sua opinião, certo?).

    Claro que Peter Dinklage tá tendo o papel da vida dele. E é impossível não imaginar o quanto a fala “Venho sendo julgado a vida toda por ser anão” não vai muito além do personagem. De arrepiar mesmo.

    Mas, como disse, já tendo lido a cena no livro, em tela não me emocionou tudo isso que vcs tão falando.

    Eu quero ver AQUELA CENA, mas provavelmente com esse julgamento por combate, a HBO vai enrolar até o último epi desta temporada.

    Enfim, Rafael, valeu por ser um “cumpridor de promessas” e colocar a sua sempre perfeita análise mais cedo.

    PS. Você não tem idade pra ter jogado Chrono Trigger, aliás não tem idade nem para ter jogado no SUPER-NES. haha

  • Yúlia Polanski

    o Reek correndo de volta pra jaula foi muito bom e a cara de psicopata do Ramsay hahaha

  • Caue Queijin

    ótima analise
    o episódio foi magnifico, tb sinto daqui o cheiro de emmy pro peter ginklage

  • Delamidia

    Obviamente quem entende de justiça é mesmo o Stannis… rs
    E obviamente queimar pessoas vivas não é um crime, é justiça. Se vem do Stannis é justiça, senão é crime, claro rs
    E obviamente o poderoso Stannis não se enquadra na categoria tirano…

  • Delamidia

    Stannis pode queimar pessoas vivas para obter um favor pessoal do deus do fogo. Isso é justiça.
    Daenerys crucificar pessoas vivas por vingança aos inocentes também crucificados por eles, não pode, porque é um crime fundamentado na tirania dela.
    Essa é a lógica dos team Stannis. Impossível entender. E não dá nem para argumentar porque eles se revoltam, a internet está cheia desses mesmos comentários, infelizmente.

    Fora que para direcionar os leitores para uma linha de raciocínio mútua e influenciá-los na mesma paixão, o argumento usado foi um acontecimento triste da realidade brasileira, ocorrido a poucos dias e que deixou várias pessoas tristes e chocadas e sensibilizadas… Tristeza!

  • Anneliese Ribeiro

    O melhor episódio da temporada. Depois do discurso do Tyrion, a sequência no Banco de Ferro foi a minha favorita. Fiquei decepcionada com a Yara, ela desistiu muito fácil do irmão.

  • Victor

    Tem razão. Fora q a Dany teve motivo pra matar os mestres apesar de n ser uma atitude correta, Stannis por outro lado queima as pessoas pq n aceitam seu deus da luz. Mas e exatamente esse o motivo q ele briga tanto com Davos, ele sabe q faz errado e duvido muito q ele acredite no senhor da luz mas ele percebe q aquilo está beneficiando ele de certa forma.

  • Renato Medeiros

    bem observado o cenário foi de tirar o fôlego tem mto filme q n tenta uma produção dessa e n consegue haha xD

  • Renato Medeiros

    acho q n foi soh por causa dos cães… enfim…

  • Delamidia

    Acho que sim. Stannis acredita no que é mais conveniente para ele e isso é bem comum, não implico com isso. O que acho confuso é usarem dois pesos e duas medidas para analisar comportamentos muitas vezes parecidos dos dois.

    Já disseram uma vez nos comentários algo mais ou menos assim: – Dizem que Daenerys só é alguma coisa porque tem dragões, mas se esquecem que o Stannis, da mesma forma só é alguma coisa porque tem a Melissandre (praticamente uma bruxa) e o Davos com ele…

    E eu faço coro: Porque Daenerys quando barbariza (para vingar inocentes) é analisada como tendo um senso de justiça distorcido e uma tirania e Stannis quando comete atos a altura (para benefício exclusivo de seu próprio traseiro) é analisado como tendo um enorme senso de justiça. Qual é a lógica disso?

    É aquela coisa, Se o político é nosso adversário chamamos de ladrão, mas se é aliado o chamamos de perseguido rs

    E já nem estou falando mais do post, e sim de todos os esculhambadores da Daenerys que coincidentemente ou não, são todos adoradores do Stannis e que vivem usando desse sistema confuso de avaliação.

    Talvez não seja só a Daenerys que tenha um senso de justiça meio injusto… rs Mas ok, sei que qualquer coisa relacionada aos personagens, seja no post ou nos comentários vai ter sempre como base a paixão, ninguém escapa dela. Então é esperado comentários e textos mais inflamados. E contra a paixão eu não posso lutar rs

  • Renato Medeiros

    esse Mace eh o inverso de tudo q respeito em uma pessoa…

  • Larissa Lins

    Rafael, parabéns pela análise! Eu gostei muito do episódio (achei o anterior meio chato), concordo com quase tudo que você escreveu. Sobre a cena do Ramsay e os Greyjoys, acho que a intenção era essa mesmo de mostrar a fidelidade do Theon ao Ramsay, especialmente pela tentativa de tomada do Fosso Cailin, afinal, o bastardo teria que ter muita confiança no Theon para sugerir o que sugeriu, além disso serviu especialmente pra mostrar a perversa lavagem cerebral do Theon, a completa transformação bizarra… enfim. Muita gente reclamou da cena, com razão, exatamente pelo que vc disse: não se encaixa com nada do que a irmã vinha fazendo e falando, deram um chá de sumiço nela e quando a trazem de volta… A sequência acabou ficando estranha, embora eu não ache completamente descartável. Já a cena da banheira em Bravos, nossa, eu achei uma cena interminável de tão chata! Hahaha Não vou nem falar de toda a sequência o julgamento e do Peter pra não chover no molhado… Foi incrível!

  • Voa Como Um Falcão

    Você esta acompanhando a saga errada

  • Larissa Lins

    Concordo demais com vc! A cena foi mal produzida, mas não foi desnecessária.

  • Tristeza foi ler esse seu comentário. Nunca me passou pela cabeça influenciar ninguém a ter paixão pelo Stannis. Aliás, estou pouco me lixando pra isso. Gosto muito dos dois personagens, apesar dos erros de cada um. E como já foi comentado, só fiz a comparação pra mostrar que, em ambos os casos, cometeu-se uma injustiça em busca de “justiça”. Só. Um abraço.

  • Muito obrigado Yze!

  • Opa, fantásticos são vocês Viviane. Muito obrigado!

  • Eu que agradeço Adriana. Abraços!

  • Muito obrigado Paloma 🙂

  • Só lembrando que Balon já manifestou a intenção de tornar Yara sua herdeira. Muito obrigado! Um abraço!

  • Valeu Lord Stark! Abraços!

  • A com spoilers sai daqui a pouco Aline. Muito obrigado!

  • Muito obrigado Tata! 🙂

  • Que os deuses te ouçam Ricardo. E Charles Dance é mesmo fenomenal. Toda vez eu falo isso. Abraços!

  • Faz muito sentido isso que você falou Paulo, parabéns! Mas acho que faz tempo que a atuação da Sibel tá meio fraca. Abraços!

  • Muito obrigado Kaique!

  • Caramba, acho que o segundo episódio foi um dos que eu menos gostei. Apesar do cliffhanger no final… Mas muito obrigado João! Um abraço!

  • Muito obrigado Luh! 🙂

  • Acho que concordo com você Felisberto. Mas achei aquela fuga difícil de engolir. Abraço!

  • Pô, muito obrigado Gui! Abração cara!

  • Brigadão Rômulo!

  • Pois é, o cara é uma máquina! Certeza que aquela piada envolvendo dorneses e cabras começou com ele, hahaha. Muito obrigado e abraços!

  • Exatamente!

  • Muito obrigado Diego! Um abraço cara!

  • Até por que Tyrion construiu aquela cela a pedido de Jon na primeira temporada, pra que Bran pudesse voltar a montar a Dançarina, não é mesmo?

  • É como eu falei: acho que a intenção era mostrar que Yara fugiu por que seus homens eram poucos e Theon estava além de qualquer salvação. Mas não foi muito o que pareceu, hehehe. Muito obrigado Laís! Um grande abraço!

  • Nossa, gosto muito mesmo do Hitch e não percebi isso que você falou. Já assisti todos os filmes dele mais de uma vez. Acho que é um dos poucos caras que merecem a fama que tem, hahaha. Valeuzão Beto. Abraços!

  • Se bem que aqueles cachorros são quase uns hellhounds né cara? hahahaha. Mas pegou mal mesmo.

  • Valeu Fernando!

  • Faltou o chapéu! hehehe.

  • Pois é! O cara é um dos cavaleiros mais fodões da série mas é um senhor de idade né? hahaha.

  • Muito obrigado Hernan! Abraços!

  • Obrigado por esclarecer isso pra mim amigo. Acho que não preciso dizer mais nada. Abraços!

  • Nossa rapaz, assista o episódio de novo, foi muito bom! Mas é claro que você tem direito de pensar diferente, ninguém vai te crucificar ou te jogar na fogueira (já fui até acusado de ser a favor da tirania de Stannis aqui). E eu que agradeço seus cometários sempre muito bons!

    E você tem razão, joguei Chrono Trigger (duas vezes!) pelo emulador, hehe. Mas isso já faz um bom tempo, nunca me esqueço por que é um jogo sensacional. Abração!

  • Valeu Caue!

  • E obviamente isso é você que está falando. Não está escrito em nenhum lugar da análise. Só pra esclarecer. Abraços!

  • Bom, descartável certamente não foi. Até por que ele tinham que dar um encaminhamento à promessa que vimos em “Mhysa” não é mesmo? Muito obrigado Larissa! Abraços! 🙂

  • Larissa Lins

    Com certeza! Aguardando o podcasteros! (:

  • Carlos Schneider

    Cara sensacional vc mencionar o julgamento que acontece em Chrono Trigger associando com o do GOT hahahaha. Realmente um dos melhores RPGs que já joguei, junto com Chrono Cross, Legend of Dragoon, Xenogears, entre tantos.

  • Nem fala Carlos, sinto falta de jogos assim. Já zerei Chrono Trigger, mas faz muito tempo, e ouvi dizer que tem mais de 10 finais, hahaha. O jogo é incrível mesmo. Abraços!

  • O lado chato da internet é esse. Ela dá espaço pra que crápulas e vermes como eu manifestem seu apoio ao sacrifício de seres humanos em nome do Deus do Fogo. Salve R’hllor! 🙂

  • leandrosr

    Um episódio incrível e uma analise fodástica! Fico esperando as analises de vocês, por que não curto ficar assistindo o mesmo episódio mais de uma vez, mesmo quando é um ótimo episódio como esse foi.
    Parabéns!

  • Diego Natan Canteri

    Mas o Jon sabe dessa parte do Bran? E sabendo que isso foi antes da morte do Ned, do casamento vermelho e do casamento da Sansa, será que o Jon ainda acharia o Tyrion tão amigo assim? Com o tempo provavelmente os dois se entrosariam, mas logo de cara… acho que não hein…

  • Diego Natan Canteri

    Tenho a impressão de que vestindo uma armadura seja mais confortável ficar de pé…

  • Thaynan Galhardo

    Uau!!! Que análise foi essa??? Consegui sentir tudo que senti quando estava assistindo esse episódio (que por sinal já assisti umas 3 vezes, rs). Você retratou minha opinião perfeitamente!!!! Parabéns!!

    *** Esse semana hiato acabará comigo! Como aguentar tanta ansiedade?????

  • Diego Natan Canteri

    Mas Bacellar, pensa comigo, se tem gente que entra na água infestada de tubarões sem medo usando chainmail, porque ela teria medo dos cães?

  • Sim man. Você tá certo! A Asha que eu conheço teria metido o machado na cara do Ramsay, hehehe.

  • Jon sabe rapaz. Inclusive foi um pedido dele quando Tyrion esteve na Muralha, não foi? Mas certamente rolaria um estranhamento entre eles, nada muito grave porém, já que os dois são bem “parecidos”.

  • Valeu Léo! Abração man!

  • Também assisti umas três vezes o episódio Thaynan. Muito bom! Só vou lembrar que ainda tem o episódio 4.07 antes do hiato. Muito obrigado e abraços! 🙂

  • Thaynan Galhardo

    Ahh, muito obrigada por avisar. Eu achei que já seria essa semana. XDD Abraços.

  • Disponha 🙂

  • Felisberto Albuquerque

    Abraço… muito boa a análise , Parabéns…

  • Myriel

    Roberto, a primeira geração de Chrono Trigger foi em meados da década de 90 mesmo. Eu conheci o jogo pelo emulador de SNES, depois comprei o CD dele para Playstation One (foi lançado junto com FFIV, outro jogo que gosto muito, para o PS no começo dos anos 2000). Tenho amigos que só jogaram após o lançamento para Nintendo DS, em 2008.

  • Myriel

    Bacellar, sua análise foi muito boa, parabéns.
    Sou outro que gostei de sua referência ao Chrono Trigger. Nada melhor que combinar duas obras fantásticas!

  • Roberto Pereira

    Acontece. Lembra que outro dia eu disse que tava te achando muito reclamão? Agora foi minha vez. haha Abraço.

  • Thales Quintiliano

    mais uma vez !!!!!analise fantastica!!!!valeu

  • Bem lembrado!!! Confundi

  • Rafa, esse foi o melhor episódio da série!(consequentemente a melhor resenha também Hehehe) Vou sonhar com a frase ““I should have let Stannis kill you all.” Dá pra ouvir os dentes dele rangendo, ficou muito irada essa cena! O Peter Dinklage conseguiu ficar enorme no salão do trono, a voz dele, o olhar alucinado, até os gestos pareciam intimidar, nossa foi sem dúvida inesquecível!

    Ps: curti muito suas piadas também “o cara nasceu pra sentar naquele trono”. Hahaha. Abraço!

  • Eu estou achando (ACHANDO) que Theon está fingindo. A forma como ele olha para os cães destroçando a mulher durante a caça, e depois como ele olha de forma familiar para a irmã e abaixa a cabeça, leva a crer que ele está planejando sair de lá sozinho. E a última coisa que ele iria querer seria, em uma sociedade machista e conservadora, sua irmã (no caso, uma mulher) resgatando-o.
    :
    PS: Mas como esse cara sofreu, hein?! Puta que pariu!

  • Roberto Pereira

    Vou dar um jeito de jogar por emulador. Espero que funcione direito. Deve ser muito bom do jeito que todo mundo fala.

  • Fabux

    Sobre a atuação de Sibel Kekilli, como Shae, temos que lembrar que, naquele momento, ela interpretava uma pessoa que estava mentindo descaradamente, e todos nós não soamos verdadeiros quando mentimos. Mentindo, a grande maioria dos humanos são maus atores… E talvez tenho sido isso que a brilhante e premiada Sibel tenho tido a intenção de passar. Uma Shae, que apesar de prostituta, não é uma mentirosa tão boa quando tem envolvimento emocional, mágoa, e uma dúvida sobre as consequências do que estava fazendo, dúvida esta que só sentiu quando já era tarde demais, ou seja, no momento em que já proferia a mentira comprada.

  • Fantásticas mesmo! Eu queria que todos conhecessem esse jogo incrível! Espero que com minha singela menção pelo menos uma ou duas pessoas tentem jogar, hehehe. Obrigado Myriel! Abraços!

  • Valeu Thales!

  • Muito obrigado Denny! Abraços!

  • Rapaz, será? Sei não…

  • Obrigado Felisberto!

  • san paradise

    spoiler

  • san paradise

    a cena do resgate sofreu mtos cortes, por isso ficou desproporcional em relação ao discurso, mas o que eles realmente queriam era consolidar a ideia de submissão e lealdade do theon. análises profissionais neste blog, mto bom.

  • Wagner

    A referência a Chrono Trigger foi um dos pontos altos do texto! 🙂

  • José

    Uma você já conseguiu. Assisti o vídeo do julgamento e fiquei interessado haha. Abraço

  • Rafaella Rey

    Concordo totalmente com você!

  • Rafaella Rey

    Duilio, eu fiz uma analogia com o nosso contexto atual. Hoje em dia, crimes não são pagos com a morte do delator em questão. O desertor da patrulha da noite ficou completamente apavorado com o que viu além da muralha e resolveu fugir dali para o mais sul possível. Será que ele merecia morrer por isso? Será que ele não merecia ser perdoado? No contexto de justiça daquela época, era ok. Mas não deixa de ser injusto, porque apesar dele ter quebrado seus votos, o preço a se pagar é a própria vida? Foi apenas o que eu quis dizer!

  • Rafaella Rey

    Bacellar, tenho certeza que o comentário dx Delamidia não foi pra você. Existem muitos fãs do Stannis que são mais haters da Dany do que qualquer outra coisa. Você pode não ser um deles. Eu também gosto dos dois personagens, apesar de achar o senso de justiça do Stannis muitas vezes perturbador. Acho muito válido problematizar isso sempre, porque vejo muita gente criticando os atos da Dany mais por ela ser mulher do que qualquer outra coisa.

    E apesar da de estarmos discutindo sobre uma obra ficcional, não dá pra simplesmente ignorar a misoginia das pessoas. Espero ter esclarecido! Bjs

  • Delamidia

    É isso.