[traduzido] George R. R. Martin divulga trecho de ‘The World of Ice And Fire’

George liberou em seu site uma amostra de ‘The World of Ice and Fire‘, livro que contará toda a história dos Sete Reinos desde antes da Conquista até os dias atuais. O livro que já está finalizado, foi escrito em conjunto com Elio Garcia e Linda Antonsson. Há uma previsão de que seja publicado ainda esse ano fora do país, mas não temos previsão de quando será publicado aqui no Brasil.

Aegon on Black Dread. J.Gonzalez

Aegon on Black Dread. J.Gonzalez

Veja abaixo o trecho traduzido pelo nosso colaborador João Araújo:


Os mestres da Cidadela que guardam as histórias de Westeros, têm vindo a usar a Conquista de Aegon como o seu marco para os últimos trezentos anos. Nascimentos, mortes, batalhas e outros acontecimentos são datados ou DC (Depois da Conquista) ou AC (Antes da Conquista)*.

Os mais cultos sabem que tal data não é muito precisa. A Conquista de Aegon Targaryen dos Sete Reinos não se deu num só dia. Mais de dois anos passaram entre Aegon desembarcar em Vila Velha (Oldtown) e a sua coroação… e até a Conquista permaneceu incompleta, uma vez que Dorne resistiu. Tentativas esporádicas de trazer os Dorneses para o reino continuaram durante todo o reinado do Rei Aegon e também durante os reinos dos seus filhos, tornando impossível determinar um fim preciso para as Guerras da Conquista.

Até a data de início é algo equívoco. Muito assumem, erradamente, que o reino do Rei Aegon I Targaryen começou no dia em que ele chegou à costa de Blackwater, sob as três montanhas onde a cidade de King’s Landing acabou por se erguer. Nem por isso. O dia da Chegada de Aegon foi celebrado pelo rei e os seus descendentes, mas a Conquista, na verdade, datou o início do seu reinado desde o dia em que foi coroado e ungido no Septo Estrelado de Vila Velha pelo Grande Septão da Fé. Esta coroação teve lugar dois anos depois da Chegada de Aegon, bastante depois de três das maiores batalhas da Guerra da Conquista terem acontecido e terem sido ganhas. Assim, é possível ver que a maior parte da verdadeira conquista de Aegon decorreu de 2 a 1 AC, Antes da Conquista.

Os Targaryen era de puro sangue Valiriano, senhores dos dragões de uma antiga linhagem. Doze anos antes da Perdição de Valyria (Doom of Valyria) (114 AC), Aenar Targaryen vendeu os seus terrenos no Mercado (Freehold) e nas Terras do Longo Verão (Lands of the Long Summer) e deslocou-se com as suas mulheres, bens, escravos, dragões, irmãos, parentes e crianças para Pedra do Dragão (Dragonstone), uma ilha deserta sob uma enorme montanha no mar estreito.

No seu auge, Valiria era a maior cidade no mundo conhecido, o centro da civilização. Dentro das suas brilhantes paredes, duas casas rivais ansiavam por poder e glória na corte, caindo constantemente numa luta subtil e selvagem pelo domínio. Os Targaryens estavam longe de serem tão poderosos como os outros senhores dos dragões, e os seus rivais viram a viagem para Dragonstone como um ato de desistência, de covardice. Mas a jovem filha do Lorde Aenar, Daenys, para sempre conhecida como Daenys, a Sonhadora, previra a destruição de Valiria pelo fogo. E quando a Perdição veio, doze anos depois, os Targaryen eram os únicos senhores dos dragões sobreviventes.

Perda do Dragão tornara-se o posto oeste de poder Valiriano por dois séculos. A sua localização no Gargalo (Gullet) deu aos seus lordes um domínio da Baía de Blackwater (Blackwater Bay) e permitiu tanto aos Targaryens como aos seus aliados mais próximos, os Valeryons de Driftmark (uma casa mais baixa de descendência Valiriana) para encher os seus cofres com o tráfego de barcos. Os navios Velaryanos, juntamente com os de outra casa Valiriana aliada, os Celtigars de Claw Isle, dominaram as águas do mar estreito, enquanto os Targaryen reinaram os céus com os dragões.

Ainda assim, durante a maior parte dos cem anos após a Perdição de Valiria (que foram nomeados Século de Sangue (Century of Blood)), a Casa Targaryen olhou para este, não oeste, e pouco interesse tiveram nos assuntos de Westeros. Gaemon Targaryen, irmão e marido de Daenys, a Sonhadora, seguiu Aenar, o Exilado como Lorde de Pedra do Dragão e ficou conhecido como Gaemon, o Glorioso. O filho de Gaemon, Aegon, e a sua filha, Elaena, reinaram juntos após a sua morte. Depois deles a terra passou para o seu filho Maegon, o seu irmão Aerys e os filhos de Aerys, Aelyx, Baelon e Daemion. O último dos três irmãos era Daemion, cujo filho Aerion depois reinou em Pedra do Dragão.

O Aegon que é conhecido na história como Aegon, o Conquistador e Aegon, o Dragão, nasceu em Pedra do Dragão em 27 AC. Ele era o único rapaz e a segunda criança de Aerion, Lorde de Pedra do Dragão, e da Senhora Valaena da Casa Velaryon, ela própria meia-Targaryen do lado da mãe.

Aegon tinha dois irmãos de sangue; uma irmã mais velha, Visenya, e uma irmã mais nova, Rhaenys. Já era costume entre os senhores de dragões de Valiria casar irmão e irmã, mantendo a linhagem de sangue pura, mas Aegon casou com as duas irmãs. Pela tradição, era esperado de si apenas casar com a irmã mais velha, Visenya; a inclusão de Rhaenys como uma segunda esposa era incomum, contudo, não era algo sem precedentes. Era dito por alguns que Aegon casou com Visenya por dever e com Rhaenys por desejo.

Os três irmãos mostraram ser senhores de dragões antes do casamento. Dos cinco dragões que voaram de Valiria com Aenar, o Exilado, apenas um sobreviveu até aos dias de Aegon: a grande besta chamada Balerion, o Horror Negro (the Black Dread). Os restantes dois dragões – Vhagar e Meraxes – eram novos, nascendo em Pedra do Dragão.

Um mito comum, bastante ouvido entre os ignorantes, diz que Aegon Targaryen nunca pisara o solo de Westeros até ao dia em que viajou para o conquistar, mas tal não pode ser verdade. Anos antes da viagem, a Mesa Pintada (Painted Table) tinha sido esculpida e pintada a comando do Lorde Aegon: uma enorme tábua de madeira, com uns cinquenta pés de comprimento, esculpida na forma de Westeros e pintada para exibir todas as florestas, rios, cidades e castelos dos Sete Reinos. Claramente o interesse de Aegon em Westeros já mostrava alguns eventos que depois o levaram para a guerra. Para além disso, existem relatos credíveis de Aegon e a sua irmã Visenya visitarem a Cidadela de Vila Velha enquanto jovens, e visitarem Arbor como convidados do Lorde Redwyne. Ele pode também ter visitado Lannisport (Lannisporto); os relatos diferem.

A Westeros do jovem Aegon foi dividida em sete conflituosos reinos, e era rara a altura em que dois ou três desses reinos não estavam em guerra entre si. O vasto, frio e pedregoso Norte era governado pelos Starks de Winterfell. Nos desertos de Dorne, os príncipes Martell não vacilavam. As terras ricas de Westeros eram reinadas pelos Lannisters do Rochedo Casterly (Casterly Rock), o fértil Campina (Reach) pelos Gardeners de Jardim de Cima. O Vale, os Dedos (Fingers) e as Montanhas da Lua (Mountains of the Moon) pertenciam à Casa Arryn… mas os mais bélicos reis do tempo de Aegon eram aqueles cujos reinos estavam mais próximos de Pedra do Dragão, Harren, o Negro e Argilac, o Arrogant.

Da sua grande cidadela Ponta de Tempestade (Storm’s End), os Reis da Tempestade da Casa Durrandon chegaram a reinar uma vez a parte este de Westeros, desde Cape Wrath (próximo de Matabruma) até à Baía dos Caranguejos (Bay of Crabs), mas o seu poder tinha vindo a diminuir pelos séculos. Os Reis da Campina tinham ficado aos poucos com os seus domínios a oeste, os Dorneses atacaram-nos do sul, e Harren, o Negro e os seus homens de ferro empurraram-nos do Tridente (Trident) e das terras a norte de Blackwater. O Rei Argilac, o último dos Durrandon, tinha resistido a estas ofensivas há muito tempo, recusando uma invasão Dornesa enquanto jovem, atravessando o mar estreito para se juntar à grande aliança contra os “tigres” imperialistas de Volantis, e matando Garse VII Gardener, Rei da Campina, na Batalha de Summerfield (Battle of Summerfield) vinte anos depois. Mas Argilac envelheceu; o seu famoso cabelo negro tornou-se cinza, e a sua proeza nas armas desvaneceu.

A norte de Blackwater, as terras fluviais eram governadas pela sangrenta mão de Harren, o Negro da Casa Hoare, Rei das Ilhas e dos Rios. O avô de Harren, nascido no ferro, Harwyn Harghand, tinha tirado o Tridente do avô de Argilac, Arrec, cujos próprios antepassados tinham derrubado o último dos reis fluviais séculos antes. O pai de Harren tinha estendido os domínios a este para Duskendale e Rosby. O próprio Harren tinha dedicado a maior parte do seu reinado, perto de quarenta anos, a construir um gigantesco castelo ao lado de Gods Eye, mas com Harrenhal a chegar ao fim da sua construção, aqueles nascidos do ferro estariam rapidamente livres para procurar novas conquistas.

Nenhum rei em Westeros era mais temido do que o Negro Harren, cuja crueldade tinha ficado lendária por todos os Sete Reinos. E nenhum rei em Westeros se sentiu mais ameaçado que Argilac, o Rei da Tempestade, último dos Durrandon – um velho guerreiro cujo único herdeiro era a sua jovem filha. Assim, o Rei Argilac contactou os Targaryens de Pedra do Dragão, oferecendo a Lorde Aegon a sua filha em casamento, com todas as terras a este de Gods Eye desde o Tridente até Blackwater.

Aegon Targaryen rejeito a proposta do Rei da Tempestade. Ele tinha duas esposas, explicou; não precisava de uma terceira. E as terras doadas pertenciam a Harrenhal há mais de uma geração. Não eram de Argilac, portanto não as podia oferecer. Claramente, o velho Rei da Tempestade pretendeu estabelecer os Targaryen em Blackwater como uma ligação entre as suas terras e as de Harren, o Negro.

O Lorde de Pedra de Dragão lançou-lhe uma proposta como resposta. Ele ficaria com as terras oferecidas se Argilac concedesse também Massey’s Hook e as terras desde o sul de Blackwater até ao rio de Wendwater e as terras principais do Mander. O pacto seria selado com o casamento da filha do Rei Argilac com Orys Baratheon, o campeão e amigo de infância de Lorde Aegon.

Esses termos Argilac, o Arrogant, rejeitou irritadamente. Orys Baratheon era um meio irmão de Lorde Aegon, rumores diziam, e o Rei de Tempestade não iria desonrar a sua filha dando a sua mão a um bastardo. A própria sugestão encheu-o de raiva. Argilac cortou as mãos do enviado de Aegon e enviou-as para Pedra do Dragão numa caixa. “Essas são as únicas mãos que o seu bastardo irá ter de mim”, ele escreveu.

Aegon não respondeu. Invés disso, ele convocou os seus amigos, estandartes e principais aliados para se reunirem em Pedra do Dragão consigo. Eles eram poucos. Os Velaryons de Driftmark eram ajuramentados à Casa Targaryen, como eram os Celtigars de Claw Isle. De Massey’s Hook veio o Lorde Bar Emmon de Sharp Point e o Lorde Massey de Stonedance, ambos ajuramentados a Ponta Tempestade, mas com ligações a Pedra do Dragão. O Lorde Aegon e as suas irmãs reuniram com eles e visitaram o septo do castelo para rezar pelos Sete de Westeros, apesar de nunca ter sido visto como um homem devoto.

No sétimo dia, uma nuvem de corvos saiu das torres de Pedra do Dragão para levar a palavra do Lorde Aegon para os Sete Reinos de Westeros. Para os sete reis eles voaram, para a Cidadela de Vila Velha, para lordes grandes e pequenos. Todos levaram a mesma mensagem: a partir deste dia, haveria apenas um rei em Westeros. Aqueles que dobrassem o joelho a Aegon da Casa Targaryen manteriam as suas terras e títulos. Aqueles que erguessem armas contra ele, seriam derrubados, humilhados e destruídos.

*AC em inglês (After the Conquer) é exatamente o oposto do português, (Antes da Conquista)

Agradecemos ao João pelo ótimo trabalho.

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  • Andre Rodrigues

    A equipe do site vai traduzir esse trecho do livro?

  • Andre Rodrigues

    A equipe do site vai traduzir esse trecho do livro?

  • BrunO_R

    Desculpe o trecho, mas pra mim, essa arte roubou a cena!

  • muito boa mesmo!

  • Renan Moreira Schneider

    O lançamento do livro não tem data ainda?
    Essa mania do George de ficar lançando trechos e mais trechos.

  • Renan Moreira Schneider

    O trecho fala sobre a fuga dos Targaryen de Valyria até o inicio da guerra da conquista, tem algumas informações novas mas nada que não tenha sido dito superficialmente nos livros.

  • Bill T.Prefect

    Lidi eu vou traduzir o texto e depois mando no email pra voces, abcs.

  • Nathan Bonetti

    que fodaaaaaaaaaaaa

  • Henrique Celote

    Realmente! Ficou muito linda essa imagem mesmo! Até coloquei ela de capa no FACE!

  • Felisberto Albuquerque

    Esta é a representação de Balerion?? Gigante hein… Linda esta arte…

  • Filipe Rodrigues

    ahhh Leya. Por favor, faça um belo trabalho com esse livro. Esse vai ser pra ostentar na estante!!

  • Parabéns pelo trabalho!

  • Parabéns pelo trabalho!

  • BrunO_R

    Já pensou como vai ficar o Drogon daqui até o fim!?

  • Mr. Black

    como todas historias de Reis e príncipe aposto que Dany vai se casar com jhon snow e vão ser feliz para sempre ‘-‘

  • rodrigo

    (DC)depois da conquista e (AC)depois da conquista???????? tem um erro ali.

  • Renan

    A Leya é enrolada pra traze essas coisas, demorou um tempão pra sair Tales of Dunk and Egg, e até agora nada do Lands of Ice of Fire.

  • Felisberto Albuquerque

    “No sétimo dia, uma nuvem de corvos saiu das torres de Pedra do Dragão
    para levar a palavra do Lorde Aegon para os Sete Reinos de Westeros.
    Para os sete reis eles voaram, para a Cidadela de Vila Velha, para
    lordes grandes e pequenos. Todos levaram a mesma mensagem: a partir
    deste dia, haveria apenas um rei em Westeros. Aqueles que dobrassem o
    joelho a Aegon da Casa Targaryen manteriam as suas terras e títulos.
    Aqueles que erguessem armas contra ele, seriam derrubados, humilhados e
    destruídos.”

    E o homem tocou o foda-se então….

  • Amanda Reis

    “Todos levaram a mesma mensagem: a partir deste dia, haveria apenas um rei em Westeros. Aqueles que dobrassem o joelho a Aegon da Casa Targaryen manteriam as suas terras e títulos. Aqueles que erguessem armas contra ele, seriam derrubados, humilhados e destruídos.” AAAAAAAAAAI NENEM.

  • Hugo Franco

    Minha reação ao ver o pequeno trecho: “Não vou ler isso tudo.” E, como sempre nos livros, minha reação depois de ler: “Clap, Clap, Clap. Quero ler mais.” kkkkkk

  • Pequeno Cícero jornalista

    Caraca, e os dornenses resistiram a esse dragão gigaaante… palmas pra eles.

  • Eu não vou comprar qnd sair. Pq lembro q qnd foi lançado ” A Dança dos Dragões” traduziram de maneira horrível e ainda uns capítulos faltando. Por isso q vou esperar um pouco.

  • Felisberto Albuquerque

    Os dorneses não foram pra campo aberto…. seria um erro fatal, tal qual foi para os outros. Eles preferiram a guerra com escaramuças, emboscadas e pequenos ataques e se escondiam, juntando isto ao corte da linha de suprimentos a guerra se tornou custosa demais… Então Aegon abondonou a campanha sobre Dorne.

  • Renato Reis

    Muito interessante o fato de que o que levou Aegon a empreender a Guerra da Conquista foi a recusa violenta a sua contra-proposta a Argilac Durrandon, que cortou as mãos de seu enviado e as mandou para Pedra do Dragão numa caixa escrita. “Essas são as únicas mãos que o seu bastardo irá ter de mim”, provavelmente a contra-oferta ”ultrajante” de Aegon de casar Argella com seu meio-irmão Orys foi intencional e propositada, visando criar um casus beli para deflagrar o conflito. Um paralelo histórico possível é a invasão mongol do Império Corásmio por Gengis Khan, em 1218, após unificar as tribos mongóis, invadir a China e conquistar vários povos da Ásia Central, Gengis não tinha a intenção de se envolver em conflitos com o xá corásmio, desejava estabelecer relações comerciais e políticas com ele, enviando-lhe uma caravana liderada por cinco embaixadores, três muçulmanos e dois mongóis, com a mensagem: “Eu sou dono das terras do sol nascente, enquanto você governa as do sol poente. Vamos firmar um sólido tratado de amizade e de paz”, o xá Ala ad-Din Muhammad II respondeu executando os donos da caravana, decapitando os embaixadores muçulmanos e raspando as barbas dos mongóis, enviando-os de volta com as cabeças, Gengis considerou isso uma grave afronta – já que os embaixadores eram tidos como como sagrados e invioláveis – e colérico iniciou uma invasão em larga escala dos domínios do xá, numa tática de guerra precursora da blitzkrieg moderna, em dois anos o Império Corásmio estava totalmente destruído e a linhagem do xá extinguida, a inversão irônica aqui é que enquanto Gengis inicialmente não deseja entrar em conflito, provavelmente Aegon fez a contra-proposta a Argilac com a intenção de gerar um casus beli e partir para a guerra.

  • Maluco

    Não sabia que os Celtigars eram da Valiría, rs. Show de bola o texto

  • *________________ Que maravilha!

  • Angelo Mares

    Ta certo cara.
    DC = Depois da Conquista (em português)
    AC = After the Conquer (também “Depois da conquista” só que em inglês)

  • Angelo Mares

    Não viaja cara. Isso aqui não é história da Disney. George é cruel, não tem essa de “feliz pra sempre” em Game of Thrones. Ele mesmo ja disse.

    E é *Jon Snow

  • Elaine Oliveira

    Excelente!! Com gosto de ‘quero mais’!! Mostrando que Aegon não foi um mero aventureiro, e sim um guerreiro estrategista. Espero que não demore a aparecer outro capítulo!!!

  • Elaine Oliveira

    Que nada! Ele estava esperando a melhor oportunidade de virar o rei da montanha!!

  • Renan

    Neh, eu tmb esperei pra compra o Cavaleiro dos Sete Reinos, vai q vinha faltando parte.

  • Mr. Black

    então vamos ver

  • Pequeno Cícero jornalista

    “Ah, tô fazendo nada… vou tomar o continente!”

  • Alexandre Oliveira

    Silmarillion?

  • Daniel Henrique

    Quero Westeros e Essos sendo criados a partir de um canto de Sete Dragões, então hahaha

  • Daniel Henrique

    Tipo capa dura e tudo né? <3

  • Mr. Black

    essa de ele morrer não e teoria?

  • Mr. Black

    tomara

  • gabriel

    omg, tomara que lance no brasil logo…

  • rodrigo

    Sim, eu sei. Mas eles fizeram a devida correção agora: DC “(Depois da Conquista) ou AC (Antes da Conquista)”

  • Matheus Borges

    Com fitinha de marcar, mapas coloridos com longitude e latitude e ilustração de todas a cidades, vilas e casas grandes e menores, apenas. :V

  • Ian Margalhon

    Muito bom :3

  • Marcelo Malta

    Os primeiros livros não diziam que a escravidão em valiria tinha sido abolida?

  • Calvin

    Duvido que o Martin venha a esclarecer qual era a intenção de Aegon ao fazer a contra proposta a Argilac, portanto só podemos especular. É possível que seja algo feito propositalmente para ser recusado como você diz, entretanto Orys aparentemente gozava de grande estima por parte de seu suposto meio-irmão (afinal dizem que era praticamente seu único amigo), eu posso estar enganado mas não acho o Conquistador capaz de usar um dos seus principais apoiadores dessa maneira.

  • Luiz Arthur

    Não acho que chega nem perto disso, Balerion tinha mais de 100 anos.

  • Imprimindo, dar uma quebrada no Nome do Vento que(nunca) ainda não me adaptei com narração em primeira pessoa.
    Já agradecendo e elogiando por antecipação a tradução.

    Mas tenho uma dúvida bem básica, “Até os dias atuais” não engloba os dois livros faltantes?
    Dias atuais seriam até o guri da patrulha da noite perder a cabeça?

  • Renato Reis

    A meu ver, fica implícito no excerto que a contra-oferta de Aegon a proposta de união matrimonial de Argilac foi feita intencional e propositadamente para criar um casus beli e deflagar o conflito contra os Sete Reinos. Observe que o último Durrandon estava tão desesperado e com medo de Harren Hoare que se rebaixou a ponto de oferecer a sua única herdeira em casamento a um homem que já tinha duas esposas e de dar como dote uma área que corresponde aproximadamente as atuais Terras da Coroa – visando criar um estado tampão entre seus domínios e os de Harren -, então Aegon recusou deliberadamente e como contra-proposta ofereceu seu meio-irmão Orys como marido de Argella e exigiu ainda mais territórios, com o evidente propósito de gerar uma causa para a guerra. Provavelmente Aegon constatou a fragilidade político-militar de Westeros, que estava dividido entre a rivalidade entre Harren e Argilac, tinha um rei idoso nas Terras da Tempestade, um governante temido, porém odiado, nas Terras Fluviais, um rei rapaz sob a regência da mãe no Vale de Arryn e uma princesa idosa governando Dorne. Aegon deve ter percebido o potencial de conquista que os Sete Reinos tinham – tanto é que quando era jovem recusou a oferta dos Tigres de Volantis de os liderar na guerra contra as demais Cidades Livres para reconstituir o Domínio, e fez o contrário, montando em Balerion lutou contra Volantis -, potencial que foi ignorado pelos Lordes de Pedra do Dragão anteriores, que focavam mais suas ações no leste, no outro lado do Mar Estreito, do que no oeste. Provavelmente também a sua visita a Cidadela de Vilavelha, a Árvore e a Lannisporto foi realizada com o intuito secreto de reunir informações sobre as condições políticas e militares dos Sete Reinos, já preparando o caminho para empreender a Conquista, o que mostra que Aegon I era um grande estrategista e planejador.

  • Calvin

    Como eu já disse, pode ser isso mesmo, entretanto há pelo menos uma falha nessa teoria: Se não me engano a campanha de Aegon contra Harren foi antes da travada contra Argilac, e até o momento não foi revelado que ele tivesse qualquer pretexto para fazer guerra ao Rei das Ilhas de Ferro e das Terras Fluviais (nem creio que precisasse de um). Pra mim parece claro que de qualquer forma Aegon daria início a conquista, e concordo que considerava enorme a chance de uma recusa do Rei da Tempestade, mas também acho que não deixava de nutrir uma pequena esperança de ele aceitar realmente, lhe permitindo conquistar um dos Sete Reinos sem muito esforço.

  • Luiz Felipe Fraga

    Olá gente, alguem poderia me dizer se o livro em questão acima se trata desse livro no link a seguir: >>>http://www.amazon.com/The-World-Ice-Fire-Westeros/dp/0553805444/ref=sr_1_11?ie=UTF8&qid=1398188654&sr=8-11&keywords=george+rr+martin

    Estou disposto a compra-lo em ingles mesmo.

  • leandrosr

    É esse sim, mas está em pré-venda, pois ainda não foi lançado.

  • Jhonatan Henrique

    Aaa muito difícil, é igual o Percy Jackson e o Guia Definitivo ele tipo fechava com abas e tal nos EUA, aqui no Brasil a Intrinseca fez um ótimo trabalho de não fazer a mesma coisa, lançando o livro só em capa dura, mas não custa torcer né, quem sabe…

  • Seriano Bueno Junior

    Na verdade, não. Um exemplo disso é que Braavos foi fundada pelos refugiados do “império” valiriano (sendo a única Cidade Livre que não era uma colônia de Valíria) e aceitava de bom grado os escravos que conseguiam escapar de seus mestres.

    Até a época em que se passa a história principal, cerca de 300 anos após a Conquista, os braavosi ainda não possuem escravos e sequer gostam de negociar com escravagistas.

  • Calvin

    A História sempre se repete, pelo menos parece ser assim no mundo das Crônicas, portanto fico pensando se o Martin futuramente não criará algo que possamos traçar semelhanças com a Guerra da conquista. Cheguei até a elaborar a seguinte teoria: Jon tem sua “verdadeira” filiação revelada, e mais para frente descobre-se que não pode ser considerado bastardo pois Rhaegar resolveu seguir o exemplo do primeiro Aegon tomando Lyanna como segunda esposa, fazendo dele consequentemente um forte candidato ao trono; Mace Tyrell vê ai uma oportunidade de sua filha continuar sendo rainha e faz aquilo que já está se tornando um hábito seu, a oferece como esposa ao não mais bastardo, ao qual entretanto (talvez aconselhado pela Sansa) recusa a proposta, oferendo no lugar seu velho amigo Lord Tyrion, coisa que vem a ofender o Senhor de Jardim de Cima que responde com uma declaração de guerra.

  • EddieMartins

    Na verdade, foi a própria Valíria que incentivou ao extremo o uso de escravos. As cidades escravagistas não lucravam apenas com escravos, mas também com plantio e comércio de cedro.

    Os valirianos, após dominarem Meereen, Yunkai e Astapor, fizeram destas grandes pólos escravagistas.

  • Leonardo Intelligent

    Martin escreveu os melhores livros dos século.Mas este foi uma cópia discarada do simarillion.

  • César Augusto

    ???

  • Leonardo Rangel

    Concordo com você quando diz que a coleção é a melhor do século. Mas dai dizer que é cópia do Silmarillion, perae!!! são obras absolutamente diferentes!

  • Better Call Harvey

    Se ele ficasse páginas e páginas tecendo linhagens e o pouco de história fosse conflitante com o resto dos livros, ai sim vc teria uma cópia do Silmarillion

  • mauricio braglia

    parabéns a equipe e obrigado ao João pela tradução muito 10 mandou benzasso

  • TDRamos

    Balerion morreu com mais de 200 anos, pois nasceu em Valíria, ou seja, 12 anos antes da queda da Cidade franca (Porque os Targeryan sairam de lá nesse tempo), que ocorreu 114 anos antes da Conquista, somando da 126 anos,

    No Reinado de Jaehaerys, Balerion já tinha mais de 200 anos

    E Viserys I montou ele, mas eu não sei se ele ja era rei quando montava o Balerion

  • Morrer de novo? rs

  • Rafael R. Fonseca

    Seria legal, mas já foi oferecido ao jon que deixasse de ser considerado bastardo e se tornasse lorde Jon stark do norte, e ele recusou pois o dever e o juramento dele na muralha pesaram muito mais, então caso jon soubesse de sua filiação pouco mudaria na vida dele

  • Calvin

    Reconheço o peso do juramento, mas pra mim o principal fator que levou Jon a recusar foi aquilo ao qual Stannis exigiu em troca (pois era um preço muito alto na visão dele), acho que você está subestimando como uma revelação desse porte pode influenciar a percepção de uma pessoa e esquecendo da “morte” do bastardo no livro 5; o juramento é até a morte, portanto não importa se não for algo permanente, ele de certa forma não existe mais.

  • yuri

    acho que não, apesar de ser obvio demais, creio que Daenerys será rainha de Westeros, se os White Walkers não serem destruídos de uma vez por todas Jon continuara na patrulha da noite. Sansa provavelmente vai dar uma rasteira em Mindinho, torna-se senhora do vale, Nymeria ( a loba da Arya) junto com sua matilha acaba com a casa Frey, Os Lannister do Rochedo são dizimados e como apareceu na série acaba o dinheiro, os outros Lannisters então são perseguidos por Lady Stoneheart e Edmure é libertado com Roslyn e o filho e voltam a ser senhores das terras fluviais, as terras da tempestade serão passadas para algum bastardo do Robert,e no Norte Rickon se tornara o Senhor de Winterfell já que Bran possui futuro definido, Jardim de cima possui muitos herdeiros, Wyllas, Garlan e seus filhos, e se Loras não morrer provavelmente será tirado da guarda real de Daenerys, então mais um na lista, sem contar que Margaery ainda pode casa e tals. agora o futuro de Dorne não consigo imaginar,nem de Tyrion ( acho que Daenerys vai precisar de alguém reinando em nome dela em Meeren e quem melhor do que Tyrion que pode ou não ser irmão dela), tudo que eu escrevi aqui provavelmente não vai rolar mais é assim que eu vejo o resto das Cronicas….

  • yuri

    Mas acho que isso só rola mesmo para o Jon se vingar dos irmão da patrulha e tals, não acho que ele ira abandonar a patrulha da noite, não consigo vê-lo como rei, mas consigo vê-lo como salvador (Azor-ahai)

  • yuri

    Mas acho que isso só rola mesmo para o Jon se vingar dos irmão da patrulha e tals, não acho que ele ira abandonar a patrulha da noite, não consigo vê-lo como rei, mas consigo vê-lo como salvador (Azor-ahai)

  • Luiz Gustavo Martins

    eu acho que até os dias atuais é até o começo da saga