Análise do episódio 3.06: “The Climb” (sem spoilers)

Como de costume, na análise abaixo eu falo um pouco da minha opinião a respeito do capítulo exibido no último domingo. Dessa vez foi o episódio 3.06: “The Climb, escrito por David Benioff e D.B. Weiss e dirigido por Alik Sakharov.

Nós já passamos da metade da terceira temporada e essa foi a primeira vez que eu vi um episódio ser tão criticado pelos fãs. Eu confesso que, depois de assistí-lo inúmeras vezes pra escrever essa “resenha”, eu ainda não descobri o motivo.  Mas beleza, vamos seguir e talvez eu descubra.

Lembrando que esse texto NÃO CONTÉM SPOILERS DOS LIVROS e é destinado principalmente para aqueles que não terminaram ou sequer começaram a leitura dos mesmos. Se você já leu ou não se importa em saber o que vai acontecer, confira a análise com spoilers da Ana, que em breve deve estar saindo.

Vamos lá?

De acordo com o dicionário, “caos” é uma confusão extrema e irremediável. A chamada “Teoria do Caos” afirma que uma mudança qualquer em um determinado ciclo, por mais insignificante que ela possa parecer, é capaz de trazer consequências incalculáveis no futuro, portanto, desordem. É isso que o Varys defende quando afirma que são as pequenas mentiras que mantém os Sete Reinos de pé.

Já Mindinho, uma fonte bem menos confiável (Ned que o diga), afirma que caos é uma escada. “The Climb” é um episódio de transição que, como o próprio nome sugere, mostra os personagens subindo esses degraus rumo a um futuro incerto. Afinal a escada os leva pra longe, ou diretamente pra beira do abismo?

Ao contrário do que aconteceu em “Kissed By Fire”, “The Climb” começou devagar (quase parando) com uma cena adorável envolvendo Samwell, Goiva (ou Gilly, em inglês), e seu bebê recém-nascido e sem nome. Adorável até demais pro meu gosto.

Foi importante pra que finalmente soubéssemos o que aconteceu depois da algazarra na Fortaleza de Craster. Mas alguém realmente imaginou que a essa altura o Sam estaria no meio da floresta, alegre, “brincando de casinha” e cantando a “Canção dos Sete” pra guria? Sério. A cena da morte do Velho Urso em “And Now His Watch Is Ended” já foi algo tão banal e sem foco. Acho que foi um erro de David e Dan não terem incluído no texto uma menção sequer a respeito das circunstâncias nada ignoráveis em que ela ocorreu. Digo, Mormont merecia ao menos isso, não? A impressão que ficou foi a de que Tarly não estava dando a mínima. Como se Goiva fosse a única coisa que importasse, e como se a Patrulha fosse aceitar que eles dois ficassem juntos quando chegassem em Castelo Negro. Primeiro, ela é uma selvagem, e os selvagens são os inimigos número um (ou dois) da Patrulha; E  segundo, Goiva é uma mulher, e os corvos não podem manter nenhum relacionamento amoroso depois de fazer o juramento. Seria Sam o próximo a quebrá-lo? Pois o de Jon foi embora com o cabaço, e o dos demais membros da Patrulha também foi esquecido quando eles lutaram entre si, matando seu próprio Senhor Comandante. Como disse Orell, a antiga Ordem está mesmo se desfazendo aos poucos. E isso, meus amigos, é o tal do caos.

Outra coisa legal que vimos aqui foi o punhal de obsidiana (ou vidro de dragão). Vocês lembram que Sam, Edd Doloroso e Grenn encontraram esse e outros objetos do mesmo material em “The Prince Of Winterfell”, oitavo episódio da segunda temporada, certo? Estava tudo enterrado lá no Punho dos Primeiros Homens, e se os roteiristas resolveram desenterrar agora, é por que aí vem.

Eu achei que a conversa de Sam e Gilly sobre a Muralha fosse servir como gancho para que Jon, Ygritte e os demais selvagens entrassem em cena. Mas ao invés disso, fomos atirados pra o outro lado da Muralha, onde Meera e Osha discutiam. Na minha opinião, tivemos apenas dois núcleos que não prosseguiram significantemente no episódio. Esse foi um deles. Tanto Bran quanto seus companheiros de viagem ficaram estacionados no mesmo degrau da escada, descansando, e isso é um pouco chato por que eles já estavam a um bom tempo sem aparecer.

Os atores como sempre estiveram excelentes, e até Rickon teve uma fala (ainda assim, eu só notei a presença dele depois que assisti tudo pela segunda vez). Mas não aprendemos muita coisa nova aqui… Apenas o preço das visões verdes e a melhor maneira de arrancar a pele de um coelho.

No entanto, Jojen aparece com uma visão a respeito de Snow “cercado por inimigos”. Esse foi o gancho.

A relação de Jon e Ygritte deveria se desenvolver para que só depois eles fossem fornicar na caverna. Estranho como aconteceu justamente o contrário. A selvagem parece mesmo ter gostado “daquela coisa” que ele fez com a língua e agora está apaixonada a ponto de esconder o segredo dele, que está traindo a sua própria gente. Tudo o que importa são eles dois, independente de que lado estejam. Na prática isso é algo muito complicado pra dar certo, mas na teoria, até que ela está certa. Tanto para a Patrulha quanto para os selvagens eles são apenas soldados que podem ser facilmente substituídos, e isso se prova verdade quando mais tarde Orell corta a corda dos dois para salvar a própria pele durante a escalada. Por que sacrificar a relação deles por esse tipo de gente? Desde que ele continue sendo fiel a ela, ela será fiel a ele, e isso é muito justo. O único problema é que o bastardo parece não estar muito certo de suas convicções. E nós também não.

Enquanto isso nas Terras do Rio, Arya também parece estar se adaptando bem ao seu novo grupo e, diferente do seu tio Edmure, se revela como uma exímia arqueira. Bem, não tão exímia quanto Anguy. A habilidade desse cara parece quase sobrenatural. Legal como toda essa coisa de “confie na sua visão” serviu pra nos preparar para a chegada de Melisandre.

Foi estranho vê-la fora de Pedra do Dragão. A holandesa Carice Van Houten nunca contracenou com alguém completamente fora do seu núcleo, mas ela é disparada uma das minhas atrizes favoritas no elenco, e não foi surpresa o fato de ela ter se saído muito. Assistí-la junto com a pequena Maisie ou conversando em valiriano com o Thoros do Paul Kaye foi realmente sensacional. 

 A Mulher Vermelha saiu do lado de Stannis em “Walk Of Punishment” pra procurar por sangue real e desde então esteve sumida. Bem, agora nós sabemos pra onde ela estava indo. Mas como ELA sabia pra onde ir? Simples, ela tem a visão de R’hollor ao seu lado. Por falar no Senhor da Luz, finalmente descobrimos o seu nome. E descobrimos não apenas isso, mas muito mais a respeito dele no encontro entre os sacerdotes e o ressurgido Beric Dondarrion.

É de novo aquela velha história dos roteiristas usarem seus diálogos para explicar alguns detalhes importantes a respeito dos elementos que compõem o universo da saga. Eles tem feito isso regularmente durante a temporada, o que é bom, principalmente para que vocês, os não-leitores, fiquem conhecendo um pouco mais sobre as Crônicas.

Desde que a Mel que iria atrás de sangue real para dar a Stannis o filho que ele tanto quer, eu fiquei imaginando que ela fosse atrás do Gendry, pois ele é o único bastardo do Rei Robert que é conhecido pelos telespectadores e que sobreviveu ao massacre ocorrido em “The North Remembers” lá na capital. A captura do rapaz foi meio triste por que, depois de ter se separado de Torta Quente em “Walk Of Punishment”, Arya perdeu outro de seus companheiros e também por que fez com que a Irmandade se parecesse mais com um bando de mercenários ou um culto religioso do que com a família que ele tanto esperava. Mesmo assim eu estou muito ansioso pra saber o que vai acontecer depois.

E o que foi aquele papo sobre olhos azuis, marrons e verdes na escuridão? Segundo Beric, a morte é a escuridão, pois não existe o “outro lado”. Então os olhos poderiam ser de três pessoas que a Arya matará no futuro? Uma flecha pra cada então…

Muitos irão discordar disso, mas as cenas de Theon tem sido torturantes tanto pra ele quanto pra mim. Não que tenha sido ruim ou mal executada, de maneira alguma. Iwan Rheon e Alfie Allen estiveram muito bem. Mas está cada vez mais difícil esperar que a série revele a identidade dos captores de Theon, que é um dos maiores mistérios dessa temporada. O sujeito ainda brinca com isso como se estivesse brincando com nós que estamos do outro lado da tela. Não, ele não é um Karstark. E no final eu sempre fico com a sensação de que fomos um pouco enrolados.

A única coisa importante que vimos aqui talvez tenha sido o fato do torturador ter mostrado interesse em procurar Bran e Rickon. Mas não eram precisos seis minutos de episódio (cerca de 10% do total) pra que ficássemos sabendo disso. O restante foi apenas um pouco mais do mesmo: sangue, gritaria e desespero. Aposto que esse cara se daria bem no lance dos coelhos. Escalpelamento é com ele mesmo.

Tywin Lannister pode ter deixado Harrenhal, mas sua sombra continua assombrando o local. Por causa disso Roose Bolton decidiu liberar Jaime e mandá-lo de volta para a capital esperando o perdão de Tywin pelas ações de seu bando comandado por Locke. Ou será que ele está esperando algo a mais? Essa foi a essa a impressão que eu tive mas com a frieza excepcional do ator Michael McElhatton fica difícil dizer o que ele pensa. Uma coisa é certa: Não se pode confiar em um homem que não bebe, especialmente se você estiver em um mundo onde não existe Coca-Cola. LOL.

A Brienne me pareceu mais confortável do que deveria usando aquele vestido. O diálogo dessa cena foi extremamente bem escrito e nele descobrimos que pretendem separá-la de Jaime. Mas como assim? Gwendoline Christie e Nikolaj Coster-Waldau formam sem dúvidas uma das melhores duplas da série. Seria uma pena se eles se separassem agora.

Por falar em pagamento, Robb teve que que pagar pelas atitudes de sua mãe, que na primeira temporada aprisionou o Lannister inocente e na segunda libertou o culpado. E agora Edmure teve que pagar pelos atos do sobrinho, que traiu Walder Frey ao casar-se com Talisa. O Senhor da Travessia, representado pelos seus filhos, me pareceu muito inclinado a perdoar o Robb por sua traição, e isso é estranho. Será que com a ajuda das Gêmeas o “Rei Que Perdeu O Norte” conseguirá recuperá-lo e conquistar Rochedo Casterly como planeja? Teremos que esperar pra ver.

Enquanto um casamento é arranjado em Correrrio, os detalhes de outro são discutidos de maneira magistral em King’s Landing

Na semana passada, ficamos sabendo que Tyrion não é um homem a altura de sua reputação. Mas Tywin é, e Olenna descobriu isso de uma maneira não muito agradável. “Não muito agradável” pra ela. Por que pra nós a cena foi mais do que um presente. Charles Dance afirmou em uma entrevista que a personagem de Diana Rigg seria como uma versão feminina do seu. Colocar eles dois numa mesma sala foi uma ideia incrível. Tinha mesmo que acontecer.

Ela pode ter até perdido no embate, mas é a única com coragem pra confrontar o Senhor de Rochedo Casterly mencionando o incesto cometido pelos seus dois filhos mais velhos ou pra perguntar se ele também já andou ‘engolindo espadas por aí’. Ela sabe que ele não pode fazê-la nenhum mal, ou então a aliança entre suas Casas estaria arruinada, e por isso ela agiu dessa maneira. Tywin nunca jogaria no lixo uma boa aliança. Ele não é Robb. Mas isso não o impediu de ameaçar nomear o herdeiro de Jardim de Cima para a Guarda Real caso os Tyrells não aceitasse casá-lo com Cersei. De uma maneira ou de outra, a Campina terminaria “pertencendo” aos Lannisters.

Sério, o cara pode ser totalmente desprovido de escrúpulos, mas ele é um gênio. Até a Rainha dos Espinhos teve que reconhecer.

Enquanto o destino do herdeiro Tyrell é discutido em uma sala, sua única preocupação parece ser como escapar daquela conversa com a Sansa. Ele mal imagina que uma pretendente muito menos ingênua o espera. É cara, no fim das contas, juntar-se a Guarda Real pode mesmo ser uma boa saída pra você.

A situação em que se encontram os quatro pode ser desesperadora pra eles, mas pra mim é extremamente divertida. Eu realmente ri muito enquanto Tyrion e Cersei discutiam qual dos quatro levaria a pior e quando ela afirma que todos estão sendo mandados juntos pro inferno. Isso abriu espaço para a discussão entre eles a respeito da tentativa de assassinato ocorrida em “Blackwater”. Só eu achei que a posição da Cersei não ficou muito clara? Digo, Tyrion pareceu ter chegado sozinho à conclusão de que o mandante foi o Joffrey. Então tá.

A cena também foi interessante por que nela apreciamos um momento raro de cumplicidade entre os dois irmãos que se odeiam, como um dos poucos que também aconteceram na segunda temporada da série. Eu não sei se os Sete Reinos foram mesmo unidos pelo medo de Tywin Lannister, mas seus filhos foram com certeza.

Eu sempre costumo dizer que, se Game Of Thrones fosse um jogo de xadrez, Mindinho e Varys seriam os jogadores dos dois lados do tabuleiro. A cena deles diante da “Lysa Arryn das cadeiras” sintetiza isso muito bem. Varys joga com as peças brancas, pois aparentemente age em prol do Reino. Já os objetivos de Mindinho são bem menos altruístas. ele quer o Trono de Ferro, e não tem medo de admitir isso.  Harrenhal e a atual Senhora do Vale… Isso ainda é muito pouco pra ele. Ele quer o Trono de Ferro, e não tem medo ou vergonha de admitir que se sente seduzido por ele.

Quando as outras cenas tomaram conta da tela enquanto o Mindinho ainda dava seu discurso sobre a tão falada subida, nós percebemos que agora é ele quem está no comando. Ele é o narrador. Aquele que jogou com todo mundo e conseguiu vencer, mas que ainda não  alcançou o topo na sua ascensão. Ainda.

“Chaos isn’t a pit. Chaos is a ladder…

Ele arruinou o plano do Varys de casar Sansa com Loras Tyrell, e ainda eliminou uma das peças mais importantes de seu rival com a ajuda do rei. Uma vitória admirável. Mas essa foi apenas uma partida.

Apesar dessa não ter sido a primeira vez que vemos Mindinho e Varys confabulando diante do Trono, esse certamente foi um dos pontos altos de “The Climb”. Os atores tem uma sintonia incrível com seus respectivos personagens e também um com o outro. Eles parecem mesmo pertencer a esse mundo. Em entrevista à Rolling Stone, Aidan Gillen disse que não se sente mal pelo modo como Mindinho usa as pessoas. Que está apenas tentando interpretar seu papel e que tenta sempre encontrar uma justificativa pra o que faz. Alguns sobem pelo reino, outros pelos Deuses e outros por amor. Mas qual a motivação de Petyr Baelish? Ele sobe pelo poder. Pra ele, essa é a única coisa real.

… Many who try to climb it fail and never get to try again. The fall breaks them…

Embora Jack Gleeson seja um ator incrível, a série fez bem em não dar nenhuma fala a ele nessa cena. Nosso “querido” rei parece muito mais amedrontador quando apenas escutamos outros personagens como Mindinho e Cersei narrarem seus feitos. No momento em que ele abre a boca pra falar qualquer coisa, tudo isso passa, e ele volta a ser aquele mesmo babaca de sempre. Aposto que Arya ainda é melhor de pontaria.

Pobre Ros… Mas em “The Night Lands” o Mindinho te advertiu sobre o que aconteceria se você se tornasse um “mau investimento” pra ele. Sem dúvidas, todos sentiremos falta da belíssima Esmé Bianco. Maldito seja, Joffrey. Maldito seja.

… And some are given a chance to climb, they climb to the realm or the gods or love. Only the ladder is real…

Eu realmente gostaria de ter visto a reação imediata da Sansa quando ela recebeu a notícia do casamento diretamente do Tyrion, seu futuro marido. A série foi um pouco covarde ao nos poupar disso. Mas vocês acham mesmo que o Mindinho desistiu completamente da Sansa? Justamente agora que o casamento dela com o Loras, principal motivo pelo qual ela se recusou a fugir no barco dele em “Kissed By Fire”, foi cancelado… Mas o barco dele já partiu. A Sansa fez sua escolha, e escolheu errado… Será? Talvez ela tenha sido mais esperta que o pai em não confiar inteiramente no Mindinho só que não descobriu isso ainda.

… The climb is all there is.”

Do começo ao fim, a escalada foi primorosa, podendo até ser comparada á conquista de Astapor mostrada em “And Now His Watch Is Ended”, principalmente se formos considerar os efeitos especiais incríveis, que foram responsabilidade da computação e da cenografia em conjunto. Achei realmente perfeito. Muito melhor do que eu esperava que fosse. Eu imagino como deve ter sido difícil filmar tudo isso tanto para os atores quanto para a equipe de produção, principalmente na parte do desmoronamento, que pareceu incrivelmente real. Muito bom mesmo.

O episódio termina com um dos maiores clichês cinematográficos de todos os tempos:  o casal de heróis se beijando enquanto o dolly back da câmera revela a vasta paisagem ao fundo. Tudo isso ao som de uma belíssima faixa composta pelo incrível Ramin Djawadi.  Há quem diga que foi um final muito feliz pra um episódio de Game Of Thrones. Mas por mais bonita que toda a sequência tenha sido, precisamos lembrar que Jon agora está entre a cruz, a espada e Ygritte. Literalmente em cima do muro. Se você acha que isso terá um final feliz, você não esteve prestando muita atenção…


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  • wildfire35

    Parabens pela resenha, voce foi muito feliz mais uma vez, assino em baixo de tudo que escrevou.

    Gostei bastante do episodio, bem singelo no romançe de Jon e Ygritte, com otimos efetos especiais na escalada.

    Como contraponto tivemos Mindinho com um excelente discusso sobre o caos, que mostra o qual perigoso ele realmente é.

  • voces deviam fazer um podcast, eu iria ouvir consertesa

  • Laís Batista

    O ponto de vista sobre o Mindinho foi perfeito na minha opinião, ele é realmente uma incógnita para muitos que veem a série… De que lado ele joga? Na narração que ele fez no final do episódio “muitos sobem pelo reino, ou por Deuses, ou por amor”. Creio que Mindinho sobe não somente pelo poder, mas também pelo desejo de um dia ser alguém… E para isso ele precisa sacrificar algumas peças do tabuleiro (Ros foi uma)
    Ótima resenha, parabéns!

  • Gláucia

    Adorei o review !!! E ameiiii sua ultima frase… muito bem encaixada !!! hehehehe

  • Messinho’

    Esse sentimento de final feliz é simplesmente porque se estivéssemos assistindo uma série qualquer, era capaz desta cena ser o season finale, mas aqui a qualidade está bem acima disso, tanto que isso ocorreu no meio da temporada, arriscando ou provando para os telespectadores que ainda há muita coisa para acontecer.

    Eu não concordo com o pessoal que não gostou deste episódio. Eu não sou cego e vejo que algumas coisas foram simplesmente jogadas na tela para que um grupo de atores pudesse aparecer. Porém, assim como Ros, acredito que os produtores e roteiristas não colocaram essas cenas por acaso. Só senti falta mesmo de uma morte decente para o comandante, o resto nem foi tão grave.

    E cara, essa frase de Ramsay no final resumiu a temporada e fechou a tua análise com chave de ouro! Uma das mais simples e ainda sim maravilhosas resenhas que eu já li. Parabéns!
    “Se você acha que isso terá um final feliz, você não esteve prestando muita atenção…”

  • Guest

    Ele diz que muitos tem a chance de subir mas RECUSAM pelo reino, por deuses ou por amor.

  • Como fã do Mormont da série concordo com você demais quando falou sobre Sam ter corrido como se só o que importasse fosse a Goiva. Era pra ter tido um retorno da cena do motim, mas o Lord Comandante já havia proibido Sam de morrer, não? A cena só serviria pra ele falar de Jorah então.
    Queria Sam e os últimos momentos do velho urso.

    Apesar de estarem cometendo vários erros com os personagens de Robb e Stannis, o núcleo Muralha (Jon, Sam e Bran) está sendo o mais prejudicado, pouco trabalhado.

    Gostei bastante da cena de Melissandre e Thoros de Myr. Personagens falando a língua Valiriana sempre dão um show à parte.

    Quanto à pronúncia de R’hollor ser ‘Roloro’ acredito que seja a forma valiriana de falar, assim como nomes próprios têm a pronúncia um pouco modificada. Acredito que seja ‘Rolor’ mesmo. Mas não sei.

    Gosto demais do Beric Dondarrion da série. As cenas de Theon estão se prolongando por demais, tomando tempo precioso. Brienne e Jaime são espetaculares. Edmure é muito patetão na série. Gostei dos Freys filhos de Walder, parecem Freys mesmo. lol

    Robb fazendo os outros pagar por seus erros é chato de ver. Apesar de Edmure ter feito o que fez, Lord Karstark ter feito o que fez…

    Me assustei e fiquei tensa com a abertura da conversa de Tywin e Olenna no começo. Depois reassisti com uma postura mais leve, tendo em vista que todo mundo sabe, menos a Sansa. rss

    Fiquei na dúvida se o navio que a Sansa observava enquanto chorava era o do Mindinho. Então era?
    Na verdade, achei que fosse mas depois me disseram que era só um navio, que ela estava chorando porque agora a única coisa que resta é fugir, que ela já não teria o casamento dos sonhos, etc.

    Por fim, gostei de todas as cenas de Jon e Ygritte e não achei o final clichê. A série não precisa terminar 100% de seus episódios com tensão, e Jon e Ygritte estavam precisando de cenas, espaço, falas, encrencas, romance. Mesmo que atrasados. Fazer o quê?

  • “Muitos tem a chance de subir mas recusam. Eles preferem o reino, os deuses ou amor”

  • David_Martins

    @rafael bacellar – Cara, na boa, parabéns pela resenha! Disse tudo e bem dito. Sem mais comentários.

  • Fernando Costa

    Eu já li o livro, mas é bem legal ver essa resenha :))

  • Guest
  • Tulio Cesar Domingos Corrêa

    Mas o final tem que ser “feliz” mesmo… Esse é o trecho onde o Jon encontra real felicidade em meio a toda desgraça, algo que faz ele pensar pela primeira vez sobre o que ele fez até agora e se foi certo ou não…

    Adorei esse episódio, achei que ele foi muito bem executado e que ele foi colocado de uma forma una, como algo progressivo e bem montado. Não cenas aleatórias jogadas tipo uma novela, como as vezes parece ser. Isso é mérito do diretor!

    Quem não gostou do episódio acredito que sejam fãs puristas e que leram o livros, e que são a maioria na verdade! Li os livros mas gosto muito das coisas novas que a série trás, é como se ela fosse uma realidade paralela aos livros, mas que trás formato e cores para o que nós já imaginamos…

  • Diogo Nogue

    belo final de resenha. a análise foi interessante também.
    parabéns!

    não querendo ser o chato, mas tem algumas palavras sobrando em algumas frases.

    abraço.!

  • Laercio Macedo

    ta serto

  • David_Martins

    auhsuahsuahsuhasuhsahuhasu

  • No começo da resenha você destaca que muita gente reclamou do episódio, e pelas conversas que eu tive com as pessoas que conheço (principalmente os não-leitores) deu pra notar que o que fez falta, pra eles, foi a ação.

    Algumas cenas marcantes dessa temporada, como a tomada de Astapor, acabaram criando no público que não leu os livros uma expectativa e até mesmo um falso conceito de que Game of Thrones se resume a isso. Dragões, fogo, e sangue. Mas não! O que vimos em “The Climb” é a essência de Game of Thrones. São as intrigas, os diálogos, as conspirações. É isso que faz da trama algo tão rico e complexo.

    Robert Baratheon já disse lá na primeira temporada: “That’s all the realm is now: backstabbing and scheming and ass-licking and money-grubbing”

    Uma coisa que vale a pena destacar na maioria das cenas da 3ª temporada é como elas são incrivelmente bem construídas, algumas ao ponto de eliminar a necessidade de “x personagem que existe no livro mas não existe na série”. As cenas com a Olenna são exemplos clássicos disso.

    Gostei da resenha. Foi meu episódio preferido! 😉

  • Parabéns pela resenha. Li os livros e acho mtoo bacana como vc consegue se separar tudo oq vc já leu pra escrever..

  • Guest

    Verdade… Vi agora a tradução e é isso mesmo! Erro meu

  • otima resenha tmabem nao sei como consegue fazer sem soltar spolier eu li todos os livros e concordo com voce sobre o jon

  • Roberto Pereira

    Falar que suas resenhas são ótimas é chover no molhado, mas você merece. É tão bom lê-las que parece que estamos revendo o episódio.

    Só não entendi como alguém pode criticar o The Climb?

    Criticam porque faltou “ação”? Esse povo ainda não percebeu que Game of Thrones não é Rambo?

    Foi tudo muito bom. Talvez o núcleo mais fraco esteja sendo mesmo o do Bran, apesar dos excelentes atores. E a agonia sem fim do Theon não me chateia nada não.

    Pode ser ingenuidade, mas eu gosto de ver os maus pagarem seus pecados. Embora em Game of Thrones, provavelmente o cara que tá fazendo o Theon pagar os pecados seja pior do que ele e não deva estar do lado dos anjos.

    Preciso de qualquer jeito retomar a leitura do 3º livro.

  • Laís Batista

    Na verdade, este monologo do mindinho aparece numas das primeiras promos da 3 temporada. E ele fala “Some are given the chance to climb, the cling to the realm. Or gods. Or love”.
    Olha o video…
    http://www.youtube.com/watch?v=1iTg20x7w2s

  • drmingus

    O navio era o do Mindinho mesmo. O pássaro que ele usa na lapela como símbolo da casa dele estava estampado na vela do navio. Tente conferir.

  • David_Martins

    Quando li os livros imaginei a Lady Olenna muito antipática, ranzinza e “espinhenta”.
    Gosto mais desta da série, que ainda é ranzinza e ainda mais “espinhenta”, mas muito mais divertida.

  • David_Martins

    Um recado para o pessoal que ainda acha que a nossa querida série aqui está “sem ação”: tem uma série ótima que estreou há não muito tempo no History Channel chamada “Vikings”, que se passa mais ou menos no mesmo cenário medieval e que… bem… “tem mais ação”. :S
    Se não tá mais gostando de GoT, assiste lá e para de encher o saco aqui.. xD

  • Sr. dos 5 fakes

    [Post também presente no tópico de comentários com spoiler]

    Alguém por favor me diga se só eu notei isso:

    Na cena em que Jaime, Brienne e Bolton jantam: Jaime vai servir vinho para Lorde Bolton e ele recusa com um “não pra mim”. Então ele serve Brienne. Até aí tudo OK, faz sentido ele recusar pq não é uma boa beber na situação em que ele se encontra (negociando com um Lannister).

    Posteriormente, na cena do Tywin com a vovó Tyrell: ele serve vinho para ela e ela recusa. Novamente, alguém negociando com um Lannister se recusa ser servido por ele.

    Isso foi um paralelismo entre os personagens ou os autores querem dizer alguma coisa a mais?

  • Não acho que o Tyrion tenha mesmo acreditado na história de ter sido o Joffrey o mandante. Creio que ele só disse aquilo para fazer com que a Cersei pensasse que o estava enganando.

    Enfim, como sempre análise perfeita (:
    Parabéns cara, você sabe usar as palavras!

  • Beatriz

    A HBO a cada temporada que passa vem se superando…A série está de mais!!

  • Pedro Emanuel

    Cara,suas resenhas tocam aspectos que muitas vezes passam despercebidos por mim. Me motiva a prestar atenção até mesmo nos mínimos detalhes,até desperta um lado crítico em mim.
    Resumindo,tá de parabéns cara!

  • rodrigo_Seven

    Pra mim aquele final simboliza apenas uma coisa: “A Escalada é aterrorizante, mas a vista vale a pena”.

    Ela conclui o que o Mindinho falou de uma maneira quase poética: O que importa é chegar no TOPO! Chegar ali é o final feliz.

    Eu acho.. rs

  • Não é a primeira vez que eles atribuem ao Joffrey feitos que não foram declaradamente dele nos livros, como por exemplo o assassinato dos bastardos do Robert. Acho que eles fazem isso para que o público odeie ainda mais o personagem.

  • Não acho que tenha relação propriamente dita, apenas mostra que são dois personagens com a noção de que estão num diálogo delicado e que o álcool pode vir a atrapalhar. A Olenna não bebe muito também na conversa com o Tyrion, se bem me lembro.

  • Douglas

    que texto foda!
    parabéns!

  • A série já é boa… Com você detonando em análises super bem elaboradas como essa fica melhor ainda! Parabéns, você escreve muito bem.

  • Lu

    Excelente resenha, Bacellar! Como sempre, aliás.

    Achei o episódio muito bom, mas alguns núcleos continuam deixando a desejar. Concordo completamente em relação ao Sam e os acontecimentos na Fortaleza. Ele estava tranquilo demais para alguém cujos amigos podem estar vivos ou não. Para alguém que vai ter que justificar a presença de uma selvagem em Castle Black e, principalmente, para alguém que está numa floresta escura sem ninguém para defendê-lo. Porque, com a insistência da câmera em recuar para as árvores… é claro que eles não estão sozinhos ali, né? Pode até ser o caçador de porquinhos, por exemplo.

    Mas o que eu mais gostei da sua análise, foi vc ter dito que o Mindinho e o Varys são os verdadeiros jogadores. Eu concordo, apesar de ser difícil ver um homem tão brilhante como Tywin Lannister como peão de qualquer jogo. E, no fundo, é isto o que ele é.

    Eu me ressenti com os produtores com algumas cenas do Mindinho, como a “Power is power”. Agora, ficou claro que subestimá-lo pode ser um grande erro. E é.

    Eu pessoalmente, não tenho gostado muito do Kit como o Jon, mas gostei muito da escalada. E, apesar de clichê, a última cena foi muito bonita.

  • Shizuka Hiou

    Palavras são vento, toda Westeros pode afirmar que foi o Joff, mas isso não quer dizer que foi. Nesse momento pra Cersei é muito conveniente o Tyrion achar que ela é “inocente”.

    Ah, e também como disseram no episódio, eles podem narrar uma mentira várias vezes, até que o povo (nós) acredite que seja verdade.

  • Guest

    “Se você acha que isso terá um final feliz, você não esteve prestando muita atenção…” ³

  • Bacellar

    Muito obrigado! 🙂

  • Bacellar

    Em breve, sor. Em breve 🙂

  • Bacellar

    Muito obrigado, Laís 😉

  • Bacellar

    HAHAHAHA. Valeu, Gláucia 😉

  • Bacellar

    Também achei o episódio bom demais. Tentei entender o motivo de tanta reclamação, mas não consegui, hehe. Valeu, Messinho!

  • Bacellar

    Concordo com você, Alessandra. Também gostei do final. Quando disse que era um ‘clichê cinematográfico’ quis dizer que muitas outras produções já tiveram cenas parecidas com essa, hahaha.

  • Bacellar

    Obrigado, sor 🙂

  • Bacellar

    Opa. Obrigado, Fernando. Já já a com spoilers tá pintando por aí também o/

  • Bacellar

    É, eu tenho essa mania mesmo de escrever demais , Diogo :/ Tentei dar uma melhorada nisso. Valeu!

  • Bacellar

    É isso que eu não entendi, man. Só com a cena da escalada da Muralha, pra mim, esse episódio teve mais ação do que muitos outros que nem foram tão criticados assim, hehe. Valeu!

  • Bacellar

    Valeu, Marco! 🙂

  • Bacellar

    HAHAHA. É dum pouco difícil, sim. Vez ou outra escrevo algo que pode ou não ser spoiler aí tenho que apagar, rs. Obrigado, Valéria! 😉

  • Bacellar

    Só pela expressão dele quando disso que ia caçar os Starks, já deu pra ver que não é boa coisa, hahaha. Obrigado Roberto! o/

  • Bacellar

    Vikings é massa também, HAHA! Ragnar ftw!

  • Bacellar

    HAHAHA. Eu percebi isso também. Provavelmente eles não bebem pra não comprometer o juízo. 🙂

  • Bacellar

    Muito obrigado, milady Quézia. 🙂

  • Bacellar

    Muito obrigado Pedro! o/

  • Bacellar

    Faz sentido mesmo o que você falou, Rodrigo. Mas aquele ainda não é o final pro Jon e pra Yrgritte, hehe.

  • Bacellar

    Valeu Douglas!

  • Bacellar

    Opa. Obrigado amigo. 🙂

  • Bacellar

    HAHAHA. Valeu, Lu. Também não sou muito fã do Kit (quando disse isso na minha primeira análise, quase fui assassinado) mas nesse episódio acho que ele foi até bem. A Rose ajuda, hehe.

    Muito bem observado o lance da câmera na cena do Sam! 😉

  • Samuel Aubin

    A única coisa que faltou no episódio foi a rainha mizere dos dragões =(

  • Sim, só que ninguém liga pro núcleo da Muralha. Eles querem ação da Daenerys só hahaha

  • Concordo, mas sei lá, se você para pra pensar o Joffrey é um menino malvado com muito poder na mão. E o que a Cersei diz no primeiro episódio da 3 temporada é verdade: “Se eu quisesse te matar essa porta não iria me impedir”. Ela podia ter arranjado a morte do Tyrion de uma forma menos estúpida, se quisesse. Com o Pycelle, por exemplo, que é “criatura dela” e cuidou do Tyrion pós-Blackwater.

  • Parabéns pela Resenha!
    Também não entendi porque o episódio foi criticado, pois achei o epi mais poético de toda a saga… A cena da fala do Mindinho sobre o caos ser uma escada sintetizou o episódio todo, deu uma explicação, uma moral a ele, e isso foi incrível (é um recurso super utilizado em séries mais dramáticas, como Revenge e Desperate Housewives, mas fez TODO o sentido na série).
    Me pergunto se talvez não seja esse o motivo: o pessoal quer ver ação, sangue e morte! Mas GOT já mostrou diversas vezes que não se trata só disso, até pelo seu nome: não é apenas uma guerra… é um jogo, com adversários duelando não só fisicamente, mas com palavras e até joguinhos psicológicos. E isso é que traz profundidade a série.
    E como disse um amigo aqui no site, quem não ta curtindo, pode procurar outras alternativas, não precisa ficar incomodando!
    Um comentário: também não sou muito fã do Kit Harrington… achei ele tão inexpressivo nas primeiras temporadas… eu não li os livros, mas pelo que leio a respeito, Jon Snow é visto como um grande herói, e na minha percepção, ele até banca o herói, mas é só chamá-lo de bastardo que ele fica que nem um menininho que sofre bullying na escola. Mas ai não sei até que ponto isso é a série quem mostra ou se é o grande trabalho do Kit e suas caras de paisagem. Mas devo admitir que nessa temporada ele tá mandando bem melhor (ainda tem os momentos cara de paisagem, como a própria cena da escalada, repare, não há um esboço de emoção da parte dele, nem cansaço, nem riso, nem desepero, nada). Mas to torcendo pra que ele fique cada vez melhor!

    Pra mim, a série arrebenta e vai ficar marcada na história da HBO e dos fãs da saga!

  • Clarisse F.

    E mais: o Pycelle estaria muito disposto a ajudar ela a se livrar do Tyrion.

  • Real Jr

    Se vcss e lembrarem bem, na segunda temporada o Janos Slynt que era o comandante da patrulha da cidade encheu o pote enquanto conversava com o Tyrion…resultado: foi parar na muralha…ou seja, é melhor se manter sóbrio enquante trata com um Lannister…rsrsrs

  • Wellington Rodrigo Quitério

    Cara, você manja demais no que escreve. Virei seu fã. Parabéns!

  • Bacellar

    Perfeito seu comentário, Cristina. Obrigado! 🙂

  • Bacellar

    Hahaha. Valeu Wellington. Abraço! o/

  • Saulo Reis

    Eu li os livros e prefiro esse texto ao com spoilers por conta do texto melhor, bem menos achismo, e como é sem spoiler, o autor não fica tentando parecer ser o maior conhecedor de ASoIaF. Só uma pergunta, o tipo de comentário no final do parágrafo sobre o Theon não seria achismo e spoiler?

  • Fernando Costa

    Bacellar, eu gosto muito de ver os textos que são escritos aqui. Queria saber se existe alguma dica para praticar uma boa escrita.

  • Carol

    sobre a tortura do Theon, não li o terceiro livro e já sei quem é o sádico. a própria cena deixa a dica… ok, não li o livro, mas pesquisei muito sobre as Casas, emblemas, histórias, lemas e tudo quando vi/li a primeira temporada/primeiro livro.

    gosto muitíssimo de ler suas análises, acompanho em vários sites e a sua é realmente a mais empolgante e melhor escrita, parabéns =)

  • Bacellar

    Acho que não, Saulo. Foi mais uma tentativa minha de fazer piada para amenizar um pouco a crítica, HAHA. Valeu!

  • Bacellar

    Muito obrigado, Carol! 🙂