Game Of Thrones Ascent: Primeiras Impressões

open beta do jogo “Game Of Thrones Ascent”desenvolvido para o Facebook,foi oficialmente lançado agora a pouco, mas eu e mais algumas pessoas tivemos a oportunidade de testar previamente o game que, apesar de simples, conseguiu me entreter tanto quanto os outros dois títulos inspirados na saga e lançados para console. Talvez até mais.

No texto abaixo eu falo um pouco da minha experiência como jogador e forneço algumas informações para aqueles que estão curiosos em saber como funciona a mecânica do jogo. Espero que gostem.

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A proposta inicial bem é simples. Você entra no comando de uma personagem que acabara de receber suas terras e sua senhoria, e cabe a você administrar suas posses e lidar com os problemas eventuais e as tarefas de um Lorde dos Sete Reinos, como ajudar os aldeões, construir septos, vilarejos, mercados, forjas etc.

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Lorde Eldred Umber

Pela descrição acima, você deve estar pensando que o Ascent é mais um daqueles jogos “estilo Farmville”, mas não é bem assim. Vale mencionar que, não apenas as terras, mas tanto o Lorde quanto a Casa em si, também podem ser inteiramente customizados pelo jogador, desde o estandarte até a história prévia da personagem e a escolha do suserano (Stark, Lannister, Baratheon, Greyjoy ou Targaryen. Cada um com as suas respectivas vantagens). Isso sem falar na sua árvore de habilidades, que pode ser incrementada a cada level alcançado.

O game ainda é permeado de NPCs interessantes, que lhe ajudam a tomar decisões importantes, mas que às vezes o deixam dividido sobre qual caminho seguir – como Rona Grey, uma espiã enviada por Varys para te auxiliar, mas que odeia a Aranha por algum motivo. Ou das conselheiras Septã Eleanor e Gammer Wilde, que vivem entrando em divergências sobre a Fé dos Sete e os costumes antigos – além de um grande número de quests com alguns plots realmente característicos da saga.

E por falar em quests e decisões, cada uma delas terá uma consequência diferente no futuro. Como, por exemplo, quando um suposto filho  bastardo da sua falecida esposa aparece em sua fortaleza e você pode decidir como lidar com ele.

Cada escolha sua afetará um aspecto do alinhamento de sua personagem. Às vezes, determinada ação favorece a Família em detrimento do Reino, ou demonstra o quanto você pode ser confiável, traiçoeiro, conservador etc…

Uma quest pode acabar, naturalmente, levando a uma batalha, onde você pode escolher que tipo de tática utilizar. Às vezes, além de lutar, também é possível negociar ou enganar certo inimigo. Cada batalha demora um tempo pra terminar, que pode variar de 10 a 40 minutos, aproximadamente. Esse é um dos poucos inconvenientes do jogo, pois para acelerar o processo, é preciso utilizar itens que só estarão disponíveis mediante o pagamento de certa quantia de dinheiroVocê pode sanar isso contratando um bom número de Espadas Juramentadas, pois assim enquanto um deles está ocupado em uma determinada quest, você pode usar os outros para adiantar o restante.

Uma missão concluída lhe oferece, além de XP e recompensa, Power Points que ajudam a manter uma boa posição no ranking de jogadores.

Cada um dos seus guerreiros pode ser devidamente treinado, equipado (os equipamentos podem ser comprados na loja ou forjados pelo seu ferreiro, desde que você disponha das matérias-primas necessárias) e evoluído, para que assim fiquem mais fortes e vençam mais desafios. Se algum deles não te agradar, você também pode mandá-lo para o exílio, recebendo assim uma pequena quantia em dinheiro – que não chega nem perto daquela que você pagou para contratá-lo.

A cada desafio perdido, um guerreiro gravemente fica ferido, e isso afeta diretamente os seus atributos. Nesse caso, o guerreiro demora cerca de 1 hora para se recuperar, e se ele for derrotado em mais de cinco desafios (ou seja, se ele tiver mais de cinco ferimentos), ele morre.

Você também pode requisitar a ajuda das Espadas Juramentadas dos seus amigos em quests mais desafiadoras. Mas a interação entre players não acaba por aí. Você ainda pode receber e enviar ajuda aos demais jogadores, formar alianças com eles ou pactos através do casamento de filhos e até mesmo mandar um dos seus guerreiros atacá-los de alguma maneira.

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À medida em que você progride em suas quests, a história que todos nós conhecemos também segue o seu curso. Mas isso nem sempre acontece de maneira paralela. Muitas vezes nós nos deparamos com missões indiretamente ligadas aos fatos que acompanhamos na série e nos livros. Como, por exemplo, quando Jon Arryn, antes de morrer, pede que você encontre, esconda e proteja um dos bastardos de Robert e sua mãe… Ou quando você manda um bardo infiltrar-se em Winterfell durante a visita da corte real, e jogando sob o ponto de vista dele, acaba descobrindo o incesto da rainha com o irmão…

Como você, um nobre recém-nomeado de uma pequena Casa, poderia esperar ser pego tão rapidamente no meio de uma traição capaz de desencadear uma guerra entre as Grandes Casas dos Sete Reinos? Essas várias possibilidades deixam o jogo ainda mais interessante e inusitado.

A interfaces e todo o aspecto visual do jogo são impressionantes. Algumas das (excelentes) ilustrações realmente lembram muito a estética da série de TV. Aliás, a parceria da Disruptor Beam com a HBO e o George R. R. Martin para o desenvolvimento do game pode ser percebida não só neste como também em muitos outros detalhes.

Como eu disse no primeiro parágrafo, o GotA ainda está em fase de testes e correção de bugs, mas já está disponível para que todos vocês possam jogá-lo. E se você é realmente fã das Crônicas, jogue! Vale muito a pena.

Encontro vocês por lá!

Para mais informações sobre o jogo, acesse o site da Disruptor Beam clicando aqui, ou acesse a página do aplicativo no Facebook.

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